Política

Kátia: “Cultura é um instrumento de transformação social”

Redação DM

Publicado em 6 de setembro de 2018 às 03:42 | Atualizado há 8 anos

A professora Kátia Maria diz que o incêndio no Museu Nacional é a demonstração do descaso dos go­vernos do MDB e PSDB com o se­tor cultural no Brasil. “O presidente Michel Temer (MDB) torra dinhei­ro para comprar apoio parlamen­tar e não destina R$ 500 mil para a manutenção do Museu Nacional que reunia mais de 20 milhões de documentos que contavam os últi­mos 200 anos da história nacional. É uma perda irreparável para a po­pulação, para pesquisadores, pro­fessores e estudantes”, desabafa.

Kátia Maria reuniu-se ontem com integrantes da cultura em Goiás. A candidata ouviu sugestões e an­seios da categoria, e ao final rece­beu uma carta com sugestões de propostas para área. Segundo Ká­tia Maria, fomentar a cultura é uma forma de contribuir com o desen­volvimento econômico e social.

A candidata do PT recebeu su­gestões para que seja feito desmen­bramento da área de Cultura e Es­portes da Secretaria de Estado da Educação. Kátia disse que a suges­tão é para dinamizar as atividades destas áreas. Outra reclamação foi quanto à dificuldade de acesso ao Conselho Estadual de Cultura, e programas e projetos de incentivo.

“Estou muito aberta para rece­ber sugestões, acredito que um pro­grama de governo vai se aprimo­rando o tempo inteiro. Para alguns cultura pode ser objeto de luxo, para mim é um bem essencial e elemen­tar na formação completa das pes­soas. Quero a ajuda de vocês para construirmos esse caminho de co­locar a cultura como prioridade na formação do cidadão e cidadã”, disse a candidata do PT durante a reunião.

Para Kátia Maria, a cultura é um instrumento de transformação so­cial. Durante a atividade, ela se com­prometeu em valorizar os projetos culturais já existentes e incentivar no­vos. “Quero democratizar a cultura. Mantendo os editais que já existem e criando novos critério para tam­bém interiorizamos o acesso à cul­tura”, destacou.

Segundo ela, seu modelo de gestão é integrada, com participa­ção popular e a descentralização dos serviços e das oportunidades. Quando eleita irá arrumar a casa, organizando as finanças para as­sim atender as demandas na área da cultura e tantas outras, como por exemplo, as obras paradas.

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