Gomide aposta na comparação de projetos em Anápolis
Redação DM
Publicado em 4 de outubro de 2016 às 01:57 | Atualizado há 10 anosO ex-prefeito e vereador eleito Antônio Roberto Gomide (PT), não se cansa de buscar marcas impressionantes na política: mais votado nas eleições para a Câmara Municipal, ele foi, em 2012, reeleito prefeito com maior votação proporcional do País, com 88,93% dos votos. Detalhe: Gomide também foi o primeiro prefeito reeleito em Anápolis, todos os seus antecessores fracassaram na disputa à reeleição.
Considerando as eleições em outras cidades onde houve dois turnos, a votação de Gomide é proporcionalmente a maior do País, uma vez que os seus 11.647 votos corresponderam a 6,09% dos votos do eleitorado de Anápolis que foi às urnas (260.567 eleitores); o ex-senador Eduardo Suplicy (PT), por exemplo, campeão de votos em São Paulo, com 301.446, teve 5,62% dos votos do total de 8.886.195 eleitores votantes, e Jorge Kajuru (PRP), mais votado de Goiânia com 37.796 votos totalizou 5,65% de 957.161 goianienses que foram às urnas no domingo.
Sobre o segundo turno em Anápolis, Gomide é otimista. Diz que foi importante a passagem do prefeito João Gomes (PT) à frente dos adversários, e entende que o segundo turno é uma nova eleição. Na sua opinião, o eleitor anapolino vai poder analisar com base em dois projetos: o projeto de João Gomes, que representa uma sequência da administração iniciada por ele, Gomide, em 2009 e uma aposta no escuro, com a candidatura do comerciante Roberto do Orion (PTB).
“Esta foi uma campanha muito disputada, mas acreditamos que haverá uma reflexão. Nossa votação expressiva mostrou que o eleitor tem confiança no nosso nome e no projeto que representamos, e é isto que estaremos defendendo nesta campanha no segundo turno para contribuir com a reeleição do prefeito João Gomes”, afirma.
Questionado sobre o revés do PT nas eleições em todo País, Antônio Gomide observa que onde houve um trabalho bem feito a votação do partido foi expressiva. “Temos orgulho de estar no PT, de sermos da fundação do partido. Mas vejo que onde há trabalho, este trabalho foi reconhecido. A referência é e sempre será o trabalho”, conclui.