Política

Célia diz que Iris deve ganhar já no primeiro turno do pleito

Redação DM

Publicado em 22 de setembro de 2016 às 02:21 | Atualizado há 10 anos

  •  Vereadora afirma que ex-prefeito de Goiânia crescerá na reta final e despachará PSB e aliados

O ex-pre­fei­to de Go­i­â­nia Iris Re­zen­de Ma­cha­do, em ali­an­ça ce­le­bra­da en­tre PMDB, DEM e PRP, de­ve­rá ga­nhar as elei­ções, dia 2 de ou­tu­bro pró­xi­mo, ao Pa­ço Mu­ni­ci­pal, já no pri­mei­ro tur­no. Es­sa é a pro­je­ção da ve­re­a­do­ra do PMDB Cé­lia Va­la­dão, que dis­pu­ta a re­e­lei­ção. Com es­ta­tís­ti­cas nas mãos, ela cal­cu­la que o ex-mi­nis­tro da Agri­cul­tu­ra e da Jus­ti­ça vol­ta­rá a cres­cer nas pes­qui­sas de opi­ni­ão pú­bli­ca e des­pa­cha­rá, nas ur­nas, o em­pre­sá­rio Van­der­lan Car­do­so [PSB].

– A es­tra­té­gia é ven­cer já!

Ani­ma­da, a par­la­men­tar acre­di­ta que é pos­sí­vel o PMDB, em­ba­la­do pe­lo cres­ci­men­to de Iris Re­zen­de Ma­cha­do, con­quis­tar até se­te ca­dei­ras na Câ­ma­ra Mu­ni­ci­pal. É uma pos­si­bili­da­de re­al, dis­pa­ra. A di­ri­gen­te do par­ti­do apos­ta que, elei­to em ou­tu­bro, o ex-go­ver­na­dor de Go­i­ás por dois man­da­tos não te­rá di­fi­cul­da­des pa­ra cons­tru­ir uma mai­o­ria no Le­gis­la­ti­vo go­i­a­ni­en­se. Prag­má­ti­co, ele abri­rá o di­á­lo­go e es­ta­be­le­ce­rá um pro­gra­ma mí­ni­mo, fri­sa.

– Pa­ra cons­tru­ir uma ci­da­de me­lhor pa­ra se vi­ver!

Can­to­ra e com­po­si­to­ra, mãe de dois ar­tis­tas, com for­te tra­ba­lho nas áre­as so­ci­al e ca­tó­li­ca, Ce­lia Va­la­dão é au­to­ra da lei da Mar­cha con­tra o abor­to e em de­fe­sa da vi­da e da emen­da que ex­clu­iu o es­ta­be­le­ci­men­to de en­si­no de gê­ne­ro he­te­ro­do­xo nas es­co­las pú­bli­cas do mu­ni­cí­pio. A men­sa­gem era de ori­gem do Exe­cu­ti­vo mu­ni­ci­pal. O meu man­da­to é em de­fe­sa da or­dem, do pro­gres­so, da fa­mí­lia, da ori­en­ta­ção cris­tã, da éti­ca, da ci­da­da­nia e con­tra a cor­rup­ção, diz.

– Uma me­di­da que clas­si­fi­quei co­mo cor­re­ta!

A ar­tis­ta e ve­re­a­do­ra, já no exer­cí­cio do se­gun­do man­da­to, de­fen­de o im­pe­achment de Dil­ma Rous­seff. A ex-pre­si­den­te da Re­pú­bli­ca co­me­teu, sim, cri­me de res­pon­sa­bi­li­da­de, in­sis­te. Éti­ca,  apro­va a cas­sa­ção do man­da­to par­la­men­tar do ex-pre­si­den­te da Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos Eduar­do Cu­nha. Ele men­tiu à CPI [Co­mis­são Par­la­men­tar de In­qué­ri­to] e man­tém con­tas se­cre­tas no ex­te­ri­or abas­te­ci­das com re­cur­sos ori­un­dos de pro­pi­nas des­vi­a­das da Pe­tro­bras, ati­ra.

– É pre­ci­so pas­sar o Pa­ís a lim­po.

 

Agen­da Po­lí­ti­ca

Bem-in­ten­ci­o­na­da, a lí­der do PMDB em Go­i­â­nia afir­ma que o pro­gra­ma apre­sen­ta­do pe­lo PMDB Na­ci­o­nal, de­no­mi­na­do Uma Pon­te Pa­ra o Fu­tu­ro, po­de­rá ­ti­rar o Pa­ís da cri­se. O PT afun­dou o Bra­sil, re­cla­ma. “É pre­ci­so re­to­mar o de­sen­vol­vi­men­to eco­nô­mi­co sus­ten­tá­vel, re­du­zir as ta­xas de ju­ros, con­tro­lar a in­fla­ção, se­gu­rar a al­ta do dó­lar, di­ver­si­fi­car a pau­ta de ex­por­ta­ções, aca­bar com a po­lí­ti­ca ex­ter­na ide­o­ló­gi­ca e re­a­tar la­ços com Eu­ro­pa, Ásia e EUA”.

– Um ou­tro Pa­ís é pos­sí­vel!

 

 

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