Política

Djalma diz que vai economizar R$ 70 milhões de OS na Capital

Redação DM

Publicado em 22 de setembro de 2016 às 02:12 | Atualizado há 10 anos

O candidato a prefeito Djalma Araújo (Rede) tem inovado nas caminhadas realizadas pela Capital. Sua primeira caminhada realizada na Avenida 44 chamou a atenção dos compradores e dos lojistas. Djalma percorreu as ruas com sacos de lixo e por onde passava anunciava que iria fazer uma limpeza com  a nova política. O candidato da Rede afirmou que o ato era simbólico, mas que ia ao encontro dos anseios da sociedade. “Todos querem um gestor para Goiânia que reconstrua a cidade, pois ela está destruída. As pessoas não querem mais os mesmos, pois o resultado tem sido caótico. Tenho recebido apoio das pessoas que são favoráveis ao nosso projeto de tolerância zero à corrupção”, diz Djalma.

Durante o percurso realizado na feira do Jardim Guanabara ontem pela manhã, Djalma recebeu apoio dos feirantes e compradores. Com um megafone, o candidato chamou atenção dos frequentadores. No discurso, propostas foram expostas, além de críticas ao primeiro colocado na pesquisa, Iris Rezende. “Sempre explico para cada pessoa que peço o voto que tenho as propostas mais coerentes, pois não proponho milagres, mas cortes orçamentários, pois só dessa forma será possível fazer investimentos nas áreas da saúde, educação e segurança”, afirma.

Com a proposta de construir o primeiro Hospital Veterinário Público da Capital, Djalma recebeu apoio de parte dos eleitores que estavam na feira e que afirmam ser essencial a construção do hospital tanto quanto a segurança pública da Capital. Junto com candidatos a vereador pela Rede, Djalma tirou fotos com amigos e apoiadores, comeu doce e explicou para os descrentes com a política que o voto de cada um tem importância fundamental para mudar a situação. “Espero que a experiência cotidiana concreta desse caos que vivemos em Goiânia tenha um impacto nas urnas. As pessoas não podem acreditar nas afirmações peremptórias, com pontos de exclamação e recheadas de certezas utópicas dos candidatos”, diz.

Sobre os resultados das pesquisas, Djalma diz que o novo e a mudança propostos pelo partido Rede inicialmente terão pouca adesão. Segundo o candidato, a nova política reflete em um trabalho árduo que provoca perdas e exige um processo de mediação e concessão mais complexo do que as pessoas imaginam. “Para a maioria, já parece um sacrifício excessivo fazer cortes orçamentários, imagina alterar radicalmente o cotidiano de uma prefeitura que por anos foi inerte a tantos problemas. Só o rompimento com as Organizações Sociais dará uma economia de R$ 70 milhões, sem falar nos R$ 50 milhões gastos com serviços de limpeza dos postos de saúde. Minha candidatura não é baseada em pesquisas, mas em propostas”, explica.

O candidato afirma que intensificará suas caminhadas nessa reta final das eleições e  continuará com as visitas nas feiras, privilegiará faculdades e os principais centros de comércio da Capital, além de protestos. E diz que a cada pedido de voto seu discurso será de mostrar propostas e de alertar o eleitor que não existe uma saída mágica para o caos da cidade  que não exija comprometimento e mudança real. “Temos que prestar muita atenção nos discursos mirabolantes dos demais candidatos a prefeito, principalmente nas ausências, já que a maioria não discute meio ambiente nem cortes orçamentários”, destaca Djalma.

 

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