Cotidiano

Jornalista desaparecido

Redação DM

Publicado em 7 de setembro de 2016 às 02:35 | Atualizado há 10 anos

O jornalista tocantinense Mateus Júnior está desaparecido desde sexta-feira passada. Ele foi secretário de Comunicação do Estado do Tocantins e, ultimamente, trabalhava para o Senar, prestando assessoria à senadora Kátia Abreu. Seu carro, um Honda Civic 2009, de cor cinza, também sumiu.

Segundo o jornalista Nilo Alves, diretor do semanário Página Aberta, de Palmas, amigo de Mateus Jr., a casa dele foi vasculhada recentemente. O último acesso ao WhatsApp dele foi no sábado. Os documentos pessoais dele foram largados sobre a mesa da sala. Nenhum dos conhecidos dele sabe do seu paradeiro. De acordo com Nilo, corre entre os jornalistas de Palmas o temor de que ele possa ter sido assassinado.

A situação é muito estranha. É um sumiço sem explicação, o que leva à supeita de que Mateus  oode ter sido vítima de um crime, talvez de latrocínio. Mas o que explicaria a revista na casa dele? Está tudo muito misterioso.

Admitindo que Mateus tenha sido morto, a grande questão é: por qual motivo? Latrocínio é uma hípotese determinada pelas circunstâncias conhecidas do caso. Segundo Nilo, o jornalista não tinha inimigos declarados e era muito bem quisto nos meios jornalísticos, políticos e culturais de Palmas. Também não tinha envolvimento em negócios ilícitos e, até onde se saiba, não tinha relacionamentos complicados.

As autoridades do Tocantins foram acionadas e já estão à procura de Mateus. É uma busca difícil, pois não há pistas. Quem souber de algo que possa esclarecer o caso deve informar a polícia.

 

 


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