Bem avaliado, Darrot dispara na disputa a prefeito em Trindade
Redação DM
Publicado em 1 de setembro de 2016 às 02:24 | Atualizado há 10 anosO prefeito Jânio Darrot (PSDB), candidato à reeleição, lidera, com folga, às eleições para a Prefeitura de Trindade, com 44,4% de intenções de votos, quase 30 pontos percentuais à frente do segundo colocado, deputado estadual Dr. Antônio Moraes (PR), que tem 15,5%, de acordo com pesquisa estimulada Serpes/O Popular.
Ricardo Fortunato (PMDB), ex-prefeito, com 14,5%, aparece tecnicamente empatado com Dr. Antônio Moraes. Em seguida, o ex-vereador Alexandre Compleite (DEM) está com 1,2%. Anularia o voto, 9,5% e não decidiu, 15%.
O Serpes ouviu 401 eleitores em Trindade, entre os dias 25 e 28 de agosto de 2016. A margem de erro é de 4,88 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo nº 02630/2016, no dia 24 de agosto de 2016.
Espontânea
O prefeito Jânio Darrot lidera também a pesquisa espontânea, com 34,9%, quando não se apresenta a cartela com os nomes dos candidatos. Ricardo Fortunato tem 10,5% e Dr. Antônio Morais, 8,5% e Alexandre Compleite, 07%. Anularia o voto, 9% e não sabe, 36,4%.
Rejeição
O ex-prefeito Ricardo Fortunato é o mais rejeitado pelo eleitorado trindadense, com 47,4%. Neste quesito, é permitido ao eleitor apresentar respostas múltiplas. Em seguida, aparece Jânio Darrot, com 24,7%. Alexandre Compleite tem 19,2% e Dr. Antônio Moraes, 15,5%. Outros 31,7% disseram não rejeitar ninguém. Não sabe, 1%.
Gestão de Darrot
A gestão do prefeito Jânio Darrot é aprovada por 49,9% do eleitor de Trindade, segundo o Serpes: 36,4% (bom) e 13,5% (ótimo). A reprovação de governo do tucano soma, por sua vez, 17,2%: 10,2% (péssimo) e 7% (ruim). Outros 30,7% consideram a administração regular e 2,2% preferiram não opinar.
A maior avaliação positiva do prefeito foi identificada entre os eleitores que têm curso superior. Nesta faixa, o tucano tem 44,2% de “bom” e 23,1% de “ótimo”, somando 67,3% de aprovação. A pior está entre os eleitores que não leem e não escrevem, onde 15,6% avaliam sua gestão como “péssima” e 3,3% como “ruim”, somando 17,8%.