TCM aprova contrato e reitera lisura da gestão de Francisco Jr.
Redação DM
Publicado em 16 de agosto de 2016 às 02:30 | Atualizado há 10 anosEm sessão ordinária realizada na quarta-feira, dia 10, o Plenário do TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) julgou o último contrato pendente da gestão de Francisco Júnior (PSD) enquanto presidente da Câmara Municipal de Goiânia. O tribunal aprovou por unanimidade a mudança no seu entendimento do processo nº 00447/2010 referente ao contrato de cabeamento, aceitando recurso que remetia a uma inspeção demonstrando a regularidade contratual.
O relator, conselheiro Nilo Resende, destacou que era necessário quase um pedido de desculpas a Francisco Júnior pelo que ele considerou um desvio de informação. “A urgência é por questão de uma falha formal e de apensamento destes dois processos do ex-gestor da Câmara Municipal. No contrato que estava gerando a irregularidade, foi proposta uma inspeção, essa inspeção deu uma certidão valiosa a esse gestor. Essa inspeção deu a esse gestor real lisura dos seus atos”, disse o conselheiro.
Ao colocar em votação a mudança no acórdão nº 046916/2013, o presidente do TCM, Honor Cruvinel, fez questão de emitir sua opinião. “Quem aqui imagina o orçamento que ele teve durante seu mandato? Se não chegou aos R$ 200 milhões deve ter se aproximado muito. Ele passou, administrou a Câmara Municipal, mandou fazer um cabeamento óptico que custou cerca de R$ 400 mil. E para quem mexeu com um orçamento desse, nós estamos aqui discutindo algo deste tamanho, um problema de formalidade. Parece que não é coerente para essa situação”, afirmou o presidente do TCM pouco antes da aprovação unânime da regularidade no contrato.