Esportes

Bolt é suspenso e fica fora de jogo

Redação DM

Publicado em 13 de agosto de 2016 às 02:27 | Atualizado há 10 anos

Desde que recomeçou os treinamentos nesta parte de recesso das Olimpíadas do Rio, o treinador Guilherme Alves vem experimentando uma formação com três volantes de contenção e apenas Jean Carlos como meia de produção e qualidade de passe e armação.

Tudo indicava essa nova tentativa de escalar um meio-campo com mais pegada e menor liberdade de fluidez para o adversário. Porém, por conta de julgamento realizado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o Vila Nova terá de repensar seus planos.

O volante Victor Bolt foi suspenso e ganhou um gancho de dois jogos. Ele estava sob efeito suspensivo e já havia cumprido a punição automática por expulsão, que é de uma partida. Mas por ser reincidente  e por acumular um histórico de suspensões, o Tribunal optou por dar um gancho maior.

Este julgamento é refente ao cartão vermelho aplicado diretamente ao atleta no jogo contra o Londrina, válido pela 8ª rodada, fora de casa. O Tigre perdeu por 1 a 0.

Na época, foi deliberado uma punição de quatro jogos, de acordo com o artigo 254 – praticar jogada violenta. O departamento jurídico entrou com efeito suspensivo e o novo julgamento foi mudado para o volante responder pelo artigo 250 – praticar ato desleal ou hostil durante a partida, prova ou equivalente.

A chance de uma grande pena diminuiu de 16 para 1 a 3 jogos. Victor Bolt foi punido com dois e agora só poderá ficar à disposição para a partida contra o Náutico, dia 27. Tudo indica a entrada de Fernando Neto que pode fazer um meia junto com Jean Carlos ou até mesmo um volante com mais liberdade de jogo..

JURÍDICO

A diretoria apresentou esta semana uma nova contratação. Trata-se do advogado Magid Fleury, que irá comandar a direção jurídica do clube. O Vila Nova firmou acordo com o escritório Marden & Fraga.

A intenção é regularizar todos os processos que o Tigrão responde na justiça e conseguir cumprir todos os protocolos necessários para conseguir assinar um contrato master com a Caixa Econômica Federal.

“O escritório é composto por 11 advogados. Aqui dentro temos o doutor Igor como advogado fixo (do clube) e eu na parte de fora, fixo também para trabalhar e ajudar o Vila Nova. O presidente nos passou as condições de acerto trabalhista. A tendência é que o Vila tenha o nome limpo para ter as certidões necessárias para conseguir patrocínios, como o da Caixa”, explicou Magid Fleury.

 

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