Marcos Abrão admite concorrer a governador
Redação DM
Publicado em 22 de julho de 2016 às 21:35 | Atualizado há 10 anosO deputado federal Marcos Abrão, presidente estadual do PPS, não descartou a possibilidade de ser candidato a governador de Goiás em 2018. Entretanto, o parlamentar ponderou que ainda é cedo para tratar do assunto. “Faço política de domingo a domingo, por vocação. Sou um agente público, já administrei diversas empresas e órgãos públicos. Em 2018, tenho que estar preparado, pois [é quando] meu mandato vence. Qualquer desafio que for colocado, se o meu nome for para aglutinar um grupo político e servir a população, aí eu tenho disposição para aceitar”, disse.
Em entrevista à rádio 730/AM, Marcos Abrão declarou que o PPS está presente em 198 municípios em Goiás, e terá candidato a prefeito em cerca de 50. “Estamos movimentando o partido em todo o Estado. Se elegermos cinco prefeitos, já ficaremos satisfeitos”, afirmou. Em Goiânia, o PPS, que apoia a candidatura de Vanderlan Cardoso (PSB) a prefeito, espera eleger de três a quatro vereadores.
O dirigente do PPS elogiou a pré-candidatura de Vanderlan Cardoso à Prefeitura de Goiânia, ressaltando que o empresário tem “bons projetos” e que está preparado para a gestão. “Vanderlan é um empresário competente, realizou duas administrações com alto índice de aprovação popular em Senador Canedo. Está preparado para realizar uma gestão moderna e eficiente em Goiânia”.
Câmara Federal
Sobre a decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de descontar o salário dos parlamentares ausentes nas sessões, Abrão declarou-se a favor. “Nós ganhamos muito bem, em relação à média do brasileiro. Se o trabalhador faltar ao serviço, ele tem seu ponto cortado. Então, isso também precisa ser feito na Câmara”, admitiu.
Para o deputado goiano, é preciso dar crédito ao presidente da República interino, Michel Temer. “A política econômica está sendo corrigida. O Brasil precisa de ajustes para ter de volta a sua credibilidade, o que permitirá o crescimento econômico e a geração de emprego”, constatou.
Marcos Abrão elogiou, ainda, a decisão do governo federal de criar um programa nacional com base no Cheque Mais Moradia, aprimorado por ele à frente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), entre 2011 e 2013. “Tive a grata satisfação também de saber que o ministro das Cidades, Bruno Araújo, instituiu um grupo de trabalho para debater a política nacional de regularização fundiária e convidou a Agehab para fazer parte”, finalizou.