Brasil

Confisco de bens

Redação DM

Publicado em 16 de julho de 2016 às 03:01 | Atualizado há 1 ano

A mídia divulga de tempos em tempos que quando um barão das drogas é preso, seus bens são confiscados pelo Estado, tendo em vista a ilicitude de suas aquisições. Considero tal medida extremamente justa. A impressão que tenho é que se esta medida fosse extendida a membros dos três poderes, que enriquecem ilicitamente pela prática de corrupção, estes delitos diminuiriam bastante. Afinal de contas, drogas e corrupção têm a nível de País o mesmo poder destrutivo. Assim não veríamos mais mensalões, petrolões, proteção de bandidos pela justiça, etc. Quero ver é se algum congressista teria peito de apresentar um projeto desses.

(Paulo Henrique Coimbra de Oliveira, via e-mail)

 


Os presidentes

Jefferson Bueno

Temer, Getúlio Vargas e José Linhares. Será se o presidente Michel Temer fará como fez o presidente do Supremo Tribunal Federal, José Linhares, ao assumir a Presidência da República após a derrubada de Getúlio Vargas, e tornou-se popularmente conhecido como José Linhares, e nomeia aos milhares, segundo a jornalista Lira Neto.

Foi a maior farra de nomeação de apadrinhados políticos para funcionários públicos da história do Brasil, pelo menos até a chegada do Partido dos Trabalhadores ao poder. Tudo tem preço. O desastre econômico.

Não creio! Michel Temer é mais esperto do que os presidentes do Supremo. E sabe do julgamento da história.

(Jefferson Bueno, via e-mail)

 


Fotografia

Paulo Roberto Gotaç

O partido que se dizia do povo, após mais de 13 anos no poder, acabou por penalizar esse mesmo povo, com manobras de obtenção de poder a todo custo e políticas econômicas equivocadas que resultaram no aumento da miséria, no cruel desemprego e na inflação ameaçadora. Além do País estar pessimamente classificado em qualidade de educação por padrões internacionais, seu sistema de saúde pública não funciona e a segurança ao cidadão é precária, tirando dele o direito de ir e vir. Enfim, nossa fotografia, em outras épocas enaltecida e até invejada, hoje, mesmo com fotoshop, não é digna de ser apreciada. A esperança é que a sociedade desperte para a reação tão necessária, a ser demonstrada não só através do voto, mas também da participação ativa no sentido que seja implementada uma reforma política que corrija o atual sistema eleitoral, viciado e gasto, e higienizada a fétida atmosfera de corrupção e impunidade que envergonha o Brasil perante o mundo.

(Paulo Roberto Gotaç, via e-mail)


Cunha segue comandando

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, fala à imprensa

O diabólico Eduardo Cunha, um dos mais investigados na Operação Lava Jato, prestes a ter seu mandato de deputado cassado, e que renunciou o seu cargo de presidente da Câmara, mesmo assim continua dando as cartas, utilizando o seu serviçal deputado e interino presidente da Casa, Waldir Maranhão. Esse deputado da terra de Sarney, talvez o maior dos boçais da política brasileira, acatando ordens de Cunha, e afrontando o colégio de líderes da Câmara, transfere novamente para próxima quinta-feira a eleição que deveria ser na terça-feira para presidência da Casa. Mas, com um único objetivo de tentar adiar esse pleito de suma importância para o País, para o mês de agosto, apostando que na quinta-feira, dia 14, devido ao recesso parlamentar, não haverá quorum suficiente em plenário. Esse Maranhão, além de obrar sobre os votos que recebeu de seus eleitores nas urnas, desqualificado que é como cidadão, já que também é investigado por desvios de verbas públicas, se lixa para as prioridades da nossa sociedade. Porém, o melhor que poderá acontecer a este tal de Waldir Maranhão é que no curso das investigações por práticas de ilícitos também seja condenado pelo nosso Judiciário, e faça companhia nos próximos me-ses ao Eduardo Cunha, em alguma cela de presídio deste País…

(Paulo Panossian, via e-mail)

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