Brasil

Goiás adianta-se ao Brasil

Redação DM

Publicado em 30 de junho de 2016 às 21:41 | Atualizado há 10 anos

Enquanto outros estados brasileiros agonizam com o caos administrativo, principalmente os governados pelo PMDB ou pelo PT, em Goiás a economia dá claros sinais de que a previsão do governador Marconi Perillo (PSDB), estava correta: seremos os primeiros a sair da crise. Esse trabalho não é constituído pelo simples acaso. Sob a liderança de Marconi e com a competência reconhecida da secretária da Fazenda, Ana Carla Abrão, as medidas duras, mas necessárias, foram tomadas ainda em 2014, com vistas a não deixar que a crise nacional tivesse efeitos ainda mais danosos sobre a administração pública estadual, o que poderia redundar em atrasos de pagamento ao funcionários e fornecedores e até na precarização ou interrupção de serviços essenciais para a população goiana. É óbvio que, como político, Marconi Perillo sofreu desgastes, mas, agora, o gestor eficiente começa a colher os resultados positivos, que é o que toda a sociedade quer e precisa.

Na transparência pública, O governo de Goiás só tem motivos para comemorar o bom momento que o Estado vive, fruto da atuação firme e modernizadora do governador Marconi Perillo. O Ministério Público Federal – MPF -, divulgou no dia 8 de junho, através do procurador da República Ailton Benedito de Souza, em entrevista à imprensa goiana, o Ranking Nacional de Transparência Pública do Ministério Público Federal. A boa notícia é que Goiás evoluiu da 17ª para a 2ª posição no acesso à informação e conquistou a nota 9,8, numa escala de zero a dez. Para os contumazes detratores, isto é um lição de que não é necessário alarde para que mudanças perenes no rumos da administração pública sejam feitas sem foguetório.

Em nível nacional, Marconi lidera o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central, que se tornou interlocutor entre os governadores da Região Centro-Oeste e de alguns estados da Região Norte, nos assuntos de interesse comum a todos eles. Uma das conquistas foi o atendimento à reivindicação levada  por Marconi ao presidente da República em exercício, Michel Temer, solicitando a suspensão das dívidas de todos os estados com a União até o final 2016. Marconi anunciou que os valores gerados no período sejam pagos em 24 meses. Segundo as palavras do governador; ““Este ano nós pagaríamos cerca de 2 bilhões de reais entre amortizações e juros. Com esse alongamento o Estado deve pagar cerca de 50% disso”, ou seja, 1 bilhão de reais podem ser usados para o início ou término de importantes obras em andamento ou para outras despesas urgentes do Estado.

A secretária Ana Carla Abrão foi citada em editorial, publicado no portal da  revista Época, colocando-a no restrito grupo dos bons gestores públicos, que servem de exemplo ao Brasil, recomendando que ela é uma pessoa essencial para ser ouvida na tomada de decisões na economia dos estados e, quiçá, do Brasil. Acontece que Marconi já havia se adiantado e a ouviu muito antes, fazendo o dever de casa conforme recomendou Ana Carla, mesmo sofrendo com as incompreensões próprias do meio político.

Por último, a ótima notícia é para os trabalhadores, principalmente aqueles que estão desempregados  e correm atrás de uma vaga no mercado formal de trabalho: nos cinco primeiros meses de 2016, nosso Estado foi o que mais gerou empregos no Brasil. Os dados são do insuspeito Ministério do Trabalho e Previdência, onde consta o preenchimento de 12.522 vagas, ou seja, um aumento de 1,04%, em relação ao mesmo período de 2015. Na média brasileira, a queda foi de 1,13% no mesmo período, comprovando que não só foram acertadas as medidas adotadas em 2014, mas que elas já apontam para a retomada do crescimento da economia goiana como um todo.

É isso que interessa às pessoas reais e que não vivem só do embate político e suas futricas, intrigas e mazelas. As reformas que são necessárias para que o Brasil mude, passam pelos exemplos de Goiás, e o presidente Michel Temer reconheceu o protagonismo de Goiás, sob a ldierança de Marconi Perillo, ao dizer que irá adotar alguns programas do governo de Goiás em nível nacional, a exemplo do Programa Cheque Mais Moradia – Modalidade Reforma. O ingrato e vingativo Lula já havia nacionalizado o Renda Cidadã, com o rótulo de Bolsa Família.

Agradar a todos é uma missão que transcende a condição humana e talvez nem seja possível, portanto, o que o governante tem que fazer é o que seja viável, visto que o ideal e o impossível, são obras inacabadas que estarão sempre em construção.

 

(João Aquino Batista, membro do diretório municipal do PSDB de Anápolis)

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