Prezado senhor editor
Redação DM
Publicado em 9 de junho de 2016 às 02:31 | Atualizado há 1 ano
Imperdoável traição do Congresso Nacional ao aprovar o Projeto de Lei 4.148, de 2008, de autoria do deputado Heinze, desobrigando a rotulagem dos alimentos transgênicos. Recordo que uma das condições para a liberação de transgênicos no Brasil foi a obrigatoriedade da rotulagem com a palavra T em todas as embalagens para permitir ao consumidor optar entre o consumo de alimento orgânico e outro modificado. Óbvio que gigantescos lucros dos ruralistas interessados na mudança dessa lei não diminuirão com a rotulagem dos alimentos, apenas buscam impedir o direito de escolha do consumidor e universalizar seus produtos modificados. Importante ressaltar que nos países da União Europeia os produtos geneticamente modificados não são vendidos em supermercados e o plantio comercial para consumo humano é proibido. Somente a mobilização da sociedade impedira que esse retrocesso seja aprovado no Senado Federal e sancionado pelo presidente da republica.
(Daniel Marques, via e-mail)
Quem pune melhor
As penas dadas aos condenados do mensalão foram tão ridículas que tempos depois mediante artifícios fora da curva tornaram os condenados inocentes. Já o juiz Moro dentro da lei atribui penas decentes. Os crimes são os mesmos. Esta observação para mim é suficiente para afirmar que os membros do STF não têm condições técnicas para fazer julgamentos criminais. E muito menos morais, pois julgam culpados que em algum momento os colocaram nestas posições. No meu ponto de vista deveriam se sentir impedidos de fazer tais julgamentos. Estes delitos não têm nada de constitucionais. É bandidagem pura e simples.
(Iria de Sa Dodde, via e-mail)
Honesta da boca pra fora
A dita honesta Dilma, nestes últimos dias, vem sendo uma figura carimbada nas páginas policiais da nossa imprensa, já que não faltam denúncias cabeludas feitas pelos delatores da Lava Jato contra a afastada presidente. Como do uso de recursos supostamente ilícitos para pagar despesas pessoais, como de seu cabeleireiro, de verbas restritas da presidência desviada para sua campanha eleitoral de 2014, e até do seu total conhecimento (que sempre negou) sobre a compra superfaturada da refinaria de Pasadena, nos EUA. Mas agora a bomba vem da delação do empresário que está preso, Marcelo Odebrecht, como publicada na Revista IstoÉ, em que pessoalmente Marcelo foi confirmar no Planalto, com a Dilma, um pedido do ministro Edinho Silva, para que fosse pago, em 2014, uma propina de R$ 12 milhões, no qual a presidente sem pestanejar e na maior cara da pau respondeu: “É para pagar.” Na realidade, se Dilma fosse honesta não teria praticado crimes de responsabilidade fiscal! Não teria produzido um irresponsável déficit fiscal, que contribuiu para arruinar a economia brasileira, fechando as portas de mais de um milhão de empresas, e também quase 12 milhões de postos de trabalho. Ou seja, um caso de impeachment e de polícia…
(Paulo Panossian, via e-mail)

