“Meu Deus do céu”
Redação DM
Publicado em 7 de abril de 2016 às 03:01 | Atualizado há 1 ano
Em meados do século XIX, a polícia de Londres se deparou com misteriosos crimes praticados por alguém alcunhado de ‘Jack, the ripper’, nunca identificado, que assassinava suas vítimas – sempre prostitutas –, cortando-lhes a garganta e depois o resto, dando a entender que tinha profundos conhecimentos de anatomia.
A indiscrição praticada por membro do STF, o ministro Luís Eduardo Barroso, a alunos da Fundação Lemann, que visitavam a Corte suprema, tem sua verdade, pois o impedimento da criatura presidenta levaria a governança para os braços do PMDB, maior partido fisiológico do País. Trocando em miúdos: se ficar o bicho come, se correr o bicho pega (e come!).
Não nos desesperemos, excelência! Vamos por partes, como faria Jack: primeiro cortamos a cabeça das cobras e depois o resto. A solução realmente não é das melhores, mas é o que temos para o momento e não podemos ficar paralisados, não é?
(Aparecida D. Gaziolla, via e-mail)
Cerca de 400 mil pessoas nas manifestações pró-Dilma/Lula
Brasília concentrou o principal esforço mobilizador do PT, Central Única dos Trabalhadores (CUT) e organizações aliadas na tentativa de impedir o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Estimativas apontam para menos de 400 mil pessoas no conjunto do País.
Trata-se de manifestação pífia, pois representa adequadamente apenas 31% da população que apoia o governo corrupto do PT e de Dilma Lula Rousseff.
Os outros 69% da população, conforme pesquisa recentemente divulgada, que não aprovam o governo e desejam o impeachment de Dilma, é representada por mais de 6 milhões de brasileiros, que no domingo de 13/03/2016 saíram espontaneamente às ruas do Brasil para pedir o afastamento de Dilma Rousseff, a prisão de Lula e a extinção do PT.
(Júlio César Cardoso, via e-mail)
Mais uma desilusão
Abro o jornal e o que vejo? A China condicionando crédito à Petrobras à compra de equipamentos chineses. Pensei: “Muito justo para os chineses!” Mas aí fica a questão: o que o governo do PT fez da tal política de conteúdo local, praticamente uma “cláusula pétrea” de sua administração? Foram anos impondo à nossa petroleira comprar aqui, mesmo pagando caro. Quantas vezes vi e ouvi petistas, à vista daquela política esdrúxula – que podia até beneficiar a alguns, mas sangrava os cofres da Petrobras –, se ufanando do caráter “nacionalista” da administração do “nunca antes”! E, agora – ora vejam! – justamente quando a economia mais precisa; agora em que estamos não em recessão, mas em depressão; justamente neste momento em que mais nossa indústria necessita daquela “forcinha” extra, vemos a Petrobras, ela própria depauperada, de pires na mão, pedir US$ 10 bilhões à China, devendo, em contrapartida adquirir, ali, parte significativa de suas compras. Que coisa, hein, companheiros? Mais uma desilusão petista. O que a turma do Lula – aquela que saiu ontem às ruas – vai dizer agora?
(Silvio Natal, via e-mail)
Setor industrial afunda
Não estamos em guerra e tampouco atravessando uma crise econômica mundial. A crise econômica brasileira se aprofunda em razão de um desgoverno petista sob total incompetência da presidente Dilma. E o reflexo desta anarquia administrativa leva um setor – como o industrial, de vital importância para o País – para o buraco! Como neste primeiro bimestre do ano, em que apresenta uma queda de 11,8%, como divulga o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pior resultado desde 2002. Já as vendas de veículos despencaram 31% neste mesmo período. Corroborando com o caos do setor, a ociosidade da indústria automobilística em março foi de 37,6%. E este desastre da atividade industrial vem se acentuando como foi em 2015, conforme informa o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), em que a indústria de ponta, como dos produtos farmacêuticos, informática, eletroeletrônicos, equipamentos de comunicação e aparelhos de precisão, tiveram uma queda média de 19,8%. E chama a atenção o setor de informática, que sofreu um baque de 42,7%. E não vamos esquecer que o ano só está começando…
(Paulo Panossian, via e-mail)


