Economia

Prestações subirão de R$ 125 a R$ 1.019 com novos juros da Caixa

Redação DM

Publicado em 28 de março de 2016 às 18:02 | Atualizado há 10 anos

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Os aumentos de juros para novos financiamentos de imóveis anunciado hoje (28) pela Caixa Econômica Federal fará as prestações subirem de R$ 125 até R$ 1.019, dependendo do valor do imóvel e do tipo de relacionamento do mutuário com o banco. O levantamento foi divulgado pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) após a divulgação das novas taxas pelo banco.

Os valores só valem para contratos assinados desde a última quinta-feira (24). Quem fechou negócio antes dessa data continuará a pagar as prestações antigas. Para o financiamento de imóveis de R$ 300 mil pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) com a tabela price (prestações fixas), as prestações subirão de R$ 156,47 a R$ 266,48. As taxas para essas linhas, que estavam entre 9,3% e 9,9% ao ano passaram para uma faixa entre 10% e 11,22% ao ano.

Nos financiamentos de imóveis do mesmo valor pelo sistema de amortização constante (prestações decrescentes), o impacto na prestação ficará entre R$ 125 e R$ 250. Nessa modalidade, os juros aumentaram de uma faixa entre 10,5% e 11,5% ao ano para um intervalo entre 11% e 12,5% ao ano.

As parcelas dos financiamentos de imóveis de R$ 750 mil pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) com a tabela price subirão de R$ 200,75 a R$ 1.019,22. No sistema de amortização constante, a prestação de um financiamento de R$ 750 mil subirá de R$ 312,50 a R$ 616. Até agora entre 10,5% e 11,5% ao ano, as taxas do SFI passaram para uma faixa entre 11% e 12,5% ao ano.

Os juros dos financiamentos da Caixa variam conforme o grau de relacionamento do mutuário com o banco. Quem não é correntista paga taxas mais altas. Quem tem conta no banco paga menos, com desconto maior caso receba salário pelo banco. Servidores públicos também têm desconto nos juros.

Em nota, a Caixa informou que o reajuste das taxas do SFH e do SFI é “decorrente de alinhamento ao atual cenário econômico” <

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