Dilma e o mosquito na manga
Redação DM
Publicado em 26 de fevereiro de 2016 às 23:42 | Atualizado há 1 ano
A presidente, com sua popularidade no fundo do poço, agora como se fosse uma preciosa carta na manga, recorre ao Aedes aegypti. E lá em Pernambuco, Dilma profere mais uma de suas frases, demagoga e fora de curva, de deixar até um Franklin Roosevelt, ou Winston Churchill, ruborizado, ao afirmar: “Um mosquito não pode derrotar 204 milhões.” Primeiro, são bilhões de mosquitos perigosos espalhados pelo País, que poderiam ter sido combatidos, e até exterminados, se nestes quase 14 anos de poder o PT, de Lula e Dilma, no lugar de se lixar para o Aedes aegypti, tivessem investido no “nó do problema”, que é o saneamento básico, principalmente nas áreas em que vivem brasileiros das classes mais desfavorecidas. E na tentativa novamente de enganar o povão, como se fosse a melhor solução, a turma do Planalto realiza um convescote de ministros pelos estados distribuindo panfletos sobre o mosquito… É muita falta do que fazer… Mas se um mosquito não pode nos derrotar, o pior dos vírus neste País tupiniquim vem do próprio Palácio do Planalto. E é o que está matando a esperança, aí sim, dos 204 milhões de brasileiros, que ainda se sentem humilhados nesta era petista pelo mais cruel nível de corrupção, e depressão econômica da nossa história! Aliás, nem para matar mosquito esse governo serve…
(Paulo Panossian, via e-mail)
Mais um furo n’água
…“A decisão da velha amante de Fernando Henrique Cardoso de falar com a imprensa nasceu em Lisboa, na Rua das Janelas Verdes, 1. É ali que mora Franklin Martins, junto com sua mulher, Monica. A velha amante de FHC disse que foi estimulada a falar sobre o caso depois de conversar longamente com Monica…” (Antagonista) Tinha certeza que tinha petralha nessa trama tola. Se FHC teve ou não amante, é problema de foro íntimo. Se a tal Miriam tivesse recebido cartão corporativo, viajasse no avião presidencial às escondidas muita vezes, carregasse dólares ou euros em carro forte em Portugal em nome do presidente, entre outras bandalheiras no cargo público, daí a coisa deveria ser levada à investigação e à Justiça. Essa passagem irá embora como veio. Os amigos defensores do Lula não sabem mais como defendê-lo dos rolos em que o mesmo se meteu, consciente que ele era um ser inatingível.
(Leila E. Leitão, via e-mail)
Paralelo
Após o encontro reservado de Dilma e Jaques Wagner com Lula aqui em São Paulo, uma ofensiva do PT iniciou-se, não para defender Lula ou inocentá-lo das maracutaias, já que nem ele mesmo tem a ousadia de tentar se explicar, mas para tentar sujar a imagem daquele que é alvo do maior despeito e inveja de Lula: Fernando Henrique Cardoso. Mal comparando, se FHC teve um relacionamento extraconjugal, Lula também teve desde 1994, com Rosemary Noronha, e menos discreto do que seu oponente… pois logo depois que Lula se tornou presidente em 2002, Rose foi indicada como assessora especial no escritório da Presidência da República, em São Paulo, e em 2006, o próprio Lula a promoveu a chefe de gabinete. Viajava com Lula ao exterior sempre que Marisa não ia, era uma verdadeira segunda dama, uma madame Pompadour dos trópicos, digamos. Depois do escândalo, o escritório e o cargo que Rose exercia foram desmobilizados por Dilma, já que eram desnecessários, era apenas um cabide de luxo para a amante de Lula.
Quanto ao papel de pai que Fernando Henrique Cardoso exerce, mesmo depois do teste de DNA ter dado negativo, só o engrandece mais como homem, como cidadão, como político. Essa jogada rasteira de Lula está bem ao nível do rés do chão no qual ele costuma transitar. Enquanto Lula esvaziou o caixa da Petrobras para se eternizar no poder, FHC sustentou seu filho Tomás com dinheiro próprio, saído de contas declaradas no Imposto de Renda e fruto de seu trabalho. Agora explica, Lula, é verdade mesmo que o sítio e o tríplex não lhe pertencem? Usou de sua influência para impedir a tomada de depoimento no Fórum da Barra Funda? Você confirma que “pode se explicar” para qualquer juiz, menos para o Cassio Conserino? É você quem escolhe para quem dar depoimento fazendo sua defesa? Você se considera um homem igual ao Sarney, ou seja, não pode ser tratado como um homem comum? Está acima e à margem da lei?
(Mara M. Assaf, via e-mail)

