Economia

Em São Paulo, paralisação no aeroporto de Congonhas afeta 38 decolagens

Redação DM

Publicado em 3 de fevereiro de 2016 às 06:10 | Atualizado há 10 anos

SÃO PAULO – A paralisação de aeroviários (que trabalham no solo) e aeronautas (que trabalham no voo) afetou 38 decolagens no Aeroporto de Cobngonhas, Zona Sul de São Paulo, desde às 6h desta quarta-feira. Apenas os pousos previstos estão chegando Os 31 pousos não foram prejudicados e seguem normalmente. As companhias aéreas orientam os passageiros a remarcar as passagens ou pedir o reembolso. A Polícia Militar está no local.

Os aeroviários ocupam a área norte do aeroporto, onde fica o setor de check-in da companhias aéreas. Grandes filas se formaram por conta do atraso. Para impedir o trabalho nos guichês, eles estendem faixas no espaço. Já o saguão de Congonhas é ocupado por aeronautas, que seguram placas para protestar.

O presidente do Sindicato dos Aeronautas, Adriano Castanho, cerca de 700 trabalhadores aderiram à greve – Todas as nossas tentativas de negociação foram frustradas porque eles (sindicatos patronais) são resistentes. Entendemos que a situação do país é dificil, mas acatar a proposta deles (escalonar o aumento) é inaceitável – falou.

Muitos passageiros aguardam no local na expectativa de embarcar ainda nesta manhã. Ana Claudia Lopes Dias e Cecilia Borja, que iam para Londrin, no Paraná, num voo da TAM às 6h20m, esperam seguir viagem após às 8h.

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