Cotidiano

Por suposta ofensa homofóbica, técnico pode ficar afastado dos gramados por quatro meses

Redação DM

Publicado em 21 de janeiro de 2016 às 09:21 | Atualizado há 1 ano

Por alegações vindas do técnico da Inter de Milão, Roberto Mancini, de que teria feito ofensas homofóbicas durante a disputa pelas quartas de final da Copa da Itália, na última terça-feira (19), o treinador do Napoli, Maurizio Sarri pode acabar ficando afastado dos gramados por 4 meses, além de ter que desembolsar até 30 mil euros (R$ 133 mil).

“A discussão na linha lateral? Você tem que perguntar ao Sarri sobre isso, ele é um racista. Pessoas como ele não pertencem ao futebol. Ele usou palavras racistas. Eu me levantei para perguntar sobre os cinco minutos de acréscimos e ele me chamou de ‘frouxo’ e ‘bicha’. Eu ficaria orgulhoso de ser, se ele for aquilo o que é considerado um homem”, disse.

Em resposta, Sarri negou as acusações de homofobia: “Se sou homofóbico? Isso é um exagero, eu estava apenas irritado. Tenho amigos gays, não sou homofóbico, isso não é verdade. Disse a primeira coisa que me veio à cabeça”, declarou.

O caso está nas mãos do tribunal esportivo italiano, que fará análises de possíveis sansões contra o comandante napolitano. Caso a corte veja as ofensas como “discriminatórias”, Sarri poderá ser suspenso até o fim da temporada; do contrário, caso sejam consideradas “declarações lesivas”, a penas poderá ser de uma multa ou gancho de até três partidas.


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