Cotidiano

Espécie de guia interativa acompanha a visita ao museu

Redação DM

Publicado em 17 de dezembro de 2015 às 03:06 | Atualizado há 11 anos

RIO – Muito além da forma arquitetônica, uma ideia de magnitude emana do Museu do Amanhã. O traço inusitado, o predomínio do branco, a elevação sobre a Baía de Guanabara e o bailado da cobertura seguindo o Sol levam os visitantes curiosos a cruzar a Praça Mauá em um ritmo imantado. De longe ou de perto, o prédio lembra uma nave viva. Aletas se movem no topo, bombas de sucção renovam a água da Baía, e até um sistema de inteligência artificial interage com os frequentadores. É a Íris, uma espécie de guia interativa do museu. Ela acompanha a visita, guarda as informações que foram exibidas para cada pessoa e avisa o que foi atualizado desde então.

O museu é também um convite a uma viagem nada convencional, que parte da criação do Universo rumo ao futuro da Humanidade. Um globo suspenso no átrio de entrada reproduz um mapa-múndi digital e lança questões sobre o que pode ser esse museu, que pendura uma esfera de LED com informações sobre correntes marítimas e massas de ar sobre a cabeça de seus visitantes. A resposta não é simples — e será única para cada pessoa que percorrer os cinco ambientes da visitação principal, no segundo andar do prédio.

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia