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Mulheres latinas, negras, trans e refugiada dão o tom na abertura do Emergências

Redação DM

Publicado em 9 de dezembro de 2015 às 16:32 | Atualizado há 1 ano

O Emergências, encontro global promovido pelo Ministério da Cultura para debater a cultura como motor transformador da sociedade, começou nesta segunda-feira (08/12) e segue até o próximo domingo (13/12) no Rio de Janeiro. Já no primeiro dia, o evento se mostrou disposto a debater temas diversos.

Questões sociais que têm pautado as redes sociais deram o tom nas primeiras conversas. O ministro da Cultura, Juca Ferreira, destacou a luta indígena, feminista, do movimento negro, LGBTT e dos estudantes secundaristas contra retrocessos. “Precisamos refletir sobre as ameaças às sociedades democráticas e, em particular, a ameaça à democracia brasileira”, disse.

Após o discurso do ministro, a abertura oficial deu espaço a 20 mulheres, com diferentes locais de fala: negras, brancas, brasileiras, latinas, trans e uma refugiada. Elas compartilharam suas experiências de luta em causas diversas, como contra o machismo, a transfobia, a violência de gênero, o genocídio da população negra, a homofobia etc. Todas em prol da não-supressão de direitos.

A plateia, que lotou o Circo Voador, se mostrou sensível a todos os temas levantados e vibrou com cada discurso emocionado que passou por ali.

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