Cotidiano

Vice-líder do PT vê carta de Temer como uma ‘divergência normal’

Redação DM

Publicado em 7 de dezembro de 2015 às 23:15 | Atualizado há 11 anos

BRASÍLIA – O deputado Henrique Fontana (PT-RS), um dos vice-líderes do governo, minimizou as consequências do teor da endereçada à presidente Dilma Rousseff. Fontana afirmou se tratar de de “divergências normais” entre a titular e o vice. Temer, na correspondência, disse que foi tratado como peça decorativa por Dilma de 2011 a 2014 e que a presidente nunca confiou nele e no PMDB.

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– São divergências normais que surgem ao longo do tempo. É natural que se coloque críticas. Nem sempre a coisa anda como se quer. Mas ganhamos a eleição com a chapa Dilma-Temer e estamos governo com Dilma e Temer. Temos grande sintonia com o vice Michel Temer. Ele está conosco. Não há sinal de rompimento. A divergência é com a parte da bancada ligada ao Eduardo Cunha – disse Fontana.

O vice-líder do PT reafirmou as críticas a Cunha e disse que será lastimável se a escolha dos integrantes da Comissão do Impeachment se der por voto secreto no plenário da Câmara.

– O presidente Eduardo Cunha, não bastasse, ainda quer ressuscitar o voto secreto. Se depender dele, volta o voto secreto para para a sessão que deverá cassar seu mandato. Ele busca um jeito de se salvar.

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