Em fim de campanha, Macri diz que ministro da Economia não será figurão
Redação DM
Publicado em 19 de novembro de 2015 às 00:53 | Atualizado há 11 anosBUENOS AIRES — Na reta final da campanha pelo segundo turno das eleições argentinas, que acontecem no domingo, o candidato Maurício Macri deu algumas definições sobre a formação de seu gabinete, se ele for é eleito. O nome do ministro de Economia ainda é uma incógnita, mas ele disse que será um todo poderoso, mas alguém que faz parte de uma equipe com Energia e Produção.
— Vamos ter um gabinete equilibrado — afirmou o candidato.
Na província de Jujuy, região na fronteira com a Bolívia e onde Massa ganhou nos votos, Macri disse que sua expetativa ao chegar ao governo é de encontrar um Banco Central sem reservas e muito bagunçado. Ele também prometeu voltar com os investimentos nacionais e estrangeiros.
O candidato ainda se mostrou decepcionado com Daniel Scioli. Segundo Macri, o rival está mais kirchnerista do que nunca e acompanhado pelos piores assessores especialistas em campanha do medo.
— Estou decepcionado com Scioli, tudo o que ele diz me faz parecer uma má pessoa. E sou uma boa pessoa, que vai fazer muito pelo país — disse Macri. — Ele tentou nos convencer de que não era kirchnerista, mas está mais kirchnerista do que nunca.
O encerramento da campanha dele acontece nesta quinta-feira, na Quebrada de Humahuaca.