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I Simpósio de Qualidade e Custos busca soluções para a saúde
Redação DM
Publicado em 14 de setembro de 2015 às 17:03 | Atualizado há 1 anoPropostas e gestão da saúde no Brasil foram discutidas durante o I Simpósio de Qualidade e Custos na saúde, que aconteceu na sexta-feira, na Escola de Formação de Professores da PUC Goiás. O reitor da universidade, Wolmir Amado, prestigiou o evento e salientou a importância da temática discutida. “Ao mesmo tempo que este simpósio vem impulsionar as dimensões do ensino e da pesquisa, também há uma reciprocidade da universidade que colabora e contribui com aquilo que ela tem com sua experiência histórica, e seus cursos, como o de Enfermagem, com mais de sete décadas de história, e com as pesquisas que realiza”, pontuou.
Durante todo o dia aconteceram palestras sobre a eficiência da gestão de saúde, gestão dos custos hospitalares, acreditação hospitalar, o papel dos hospitais filantrópicos e implicações jurídicas para a qualidade e os custos na saúde. O evento foi promovido pelo Instituto Sócrates Guanaes (ISG), em parceria com o Instituto Brasileiro de Excelência em Saúde (IBES).
O superintendente técnico-científico do ISG e coordenador geral do evento, André Guanaes salientou que a saúde é um complexo importante para todos, entretanto mostra um dilema: apesar de não ter preço, tem um custo muito alto. “É uma área onde se aloca muitos recursos humanos e onde é difícil se planejar por ser muito heterogênea e imprevisível. É preciso buscar qualidade a um maior preço possível, porque procuramos reunir pessoas experientes de todos os setores do Brasil, seja no âmbito público e privado, para que possamos avançar em saúde”, salientou.
O secretário de Saúde do Estado de Goiás, Leonardo Vilela salientou que o momento para a realização de um simpósio como esse é oportuno para o fortalecimento em momentos de crise como o atual.
Santas casas e hospitais filantrópicos
O presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas, José Roldão Gonçalves, apontou a importância do papel do terceiro setor no atendimento da população carente. “As filantrópicas preenchem a lacuna entre o setor público e privado, nos impedimentos da legislação para que as pessoas não fiquem sem atendimento”, pontuou.
Ele também salientou que mesmo com a Lei 8.080, criada para garantir os recursos para que as filantrópicas possam atender à população, dívidas acumuladas que somam mais de 20 bilhões.
O presidente da Santa Casa da Bahia, Maurício Diaz, salientou a importância do simpósio para se discutir e buscar soluções para a saúde.

