Cadê o País cor-de-rosa, Dilma?
Redação DM
Publicado em 7 de agosto de 2015 às 21:51 | Atualizado há 2 anosSenhor Mercadante, o seu governo errou feio, mentiu, gastou mais do que podia, inchou a máquina, enfim, fez tudo que não podia e agora quer superar seus erros taxando o trabalhador? A adoção de medidas impopulares foi tomada pela incompetência de dona Dilma e sua teimosa equipe econômica. Ela vendeu um País cor-de- rosa aos brasileiros e agora fala em crise econômica? Até um ignorante sabe que a crise por que passa o Brasil é proveniente de uma gestão ineficiente e ineficaz. O momento é de muita tensão sim, pois as pessoas temem perder seus empregos. Muitos já perderam. E a inflação que vem corroendo os salários? É culpa da crise econômica ou da péssima gestão? Um governo que mentiu para se reeleger terá que provar que é bom, não tomando medidas impopulares que prejudicam quem trabalha, mas sim fazer o mea culpa e cortar na própria carne seus gastos. Para que 39 ministérios? 25 mil cargos em comissão? Então, conforme diz Mercadante o programa do PT tem de ser político, ideológico e programático. Na política, o PT comprou apoios, na ideologia traiu seus seguidores porque ao chegar ao poder cuidou do seu pirão primeiro e programático, suspendeu todos os programas alegando falta de dinheiro. E o País cor-de-rosa, Dilma? Quem votou em você quer ver.
(Izabel Avallone, via e-mail)
O tempo é o senhor da verdade
As últimas notícias que dão conta de que amigos do ex-presidente e senador Collor de Mello estão envolvidos com possíveis propinas na Petrobras deixaram de ser novidade desde 1992. As roubalheiras que estão acontecendo na estatal poderiam ter sido evitadas se os presidentes da República, os deputados e senadores que comandaram e continuam comandando o Brasil desde 1992 tivessem dado as devidas atenções para as mensagens passadas pelo senhor Luís Octavio Carvalho da Motta Veiga, presidente da Petrobras entre 23/03/1990 a 19/10/1990. Naquela época as ingerências dos amigos do ex-presidente Collor de Mello para pegar dinheiro naquela estatal eram constantes. Lembro-me de uma vez quando, pressionado pelos amigos do presidente Collor (Marcos Coimbra, PC Farias e Leopoldo Collor), Motta Veiga negou uma liberação de 50 milhões de dólares para garantir uma transação entre o Sr. Wagner Canhedo e a Vasp. Motta Veiga acertou em cheio. Hoje pode afirmar para Collor que o tempo é realmente o senhor da razão, está ai mostrando as verdades que sempre foram acobertadas pelos nossos governantes.
(Leônidas Marques, via e-mail)
Atitudes incoerentes
As articulações do presidente da Câmara para o encaminhamento da discussão do impeachment da presidente Dilma, mostra que ele adota o sistema de que a melhor defesa é o ataque. Ele joga com a certeza de diminuir o destaque sobre as suas atividades denunciadas na Operação Lava Jato. E por outro lado, quem participa dessa articulação colabora para aumentar o péssimo conceito que atinge a classe política,com atitudes oportunistas e incoerentes, que leva em consideração também apenas os interesses pessoais.
(Uriel Villas Boas, via e-mail)
Delação Premiada
Muito se tem comentado sobre a delação premiada dos envolvidos na operação Lava Jato na Petrobras. Esse instrumento surgiu em 1960 nos Estados Unidos, quando a justiça americana enfrentava sérios problemas com a máfia italiana. Os mafiosos presos não colaboravam com as investigações, por medo de vingança dos bandidos que continuavam soltos. Por causa disso, a justiça resolveu oferecer benefícios para incentivar a “gaguetagem” em troca de dados sobre os criminosos.
Essa tática acabou sendo adotada pelo Brasil e Itália, e tem dado bons resultados nas investigações sobre corrupção , apesar da declaração da presidente Dilma Rousseff em Nova York (29/06), que “não respeita o delator”, sobre o depoimento do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa. Com a recente prisão de José Dirceu, considerado um dos mais importantes líderes do PT, e se for confirmado que o petista e ex-diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, já teria fechado o acordo de delação premiada, a terra petista irá tremer ainda mais; é só aguardar.
(Edgard Gobbi, via e-mail)
Pacto pela governabilidade
A mídia divulgou recente pesquisa de opinião que 71% da opinião pública reprova o governo Dilma. A mesma pesquisa lhe dá somente 7% de aprovação. Entendo que ela não pode governar apenas para uma minoria. Além disto não se entende com o legislativo e com ninguém. Mal conhece seus ministros além dos alcoviteiros, que não lhe ajudam em nada. Por outro lado temos um congresso que também não representa em nada seus eleitores sendo uma das instituições menos respeitada deste país. Então proponho o seguinte. A saída de Dilma e a renuncia coletiva de todos os senadores e deputados federais, assumindo respectivamente o vice e os suplentes. Isto para começar. Acredito que pelo menos um sopro de esperança pairara por este infortunado Brasil e seu povo.
(Iria de Sá Dodde, via e-mail)



