Economia

Preparem as carteiras. H&M prepara nova grife misteriosa

Redação DM

Publicado em 25 de junho de 2015 às 02:50 | Atualizado há 11 anos

NOVA YORK — Ela é o ícone de uma nova geração de lojas rotuladas como especialistas em — moda rápida. E, sobretudo, barata. Mas a gigante sueca H&M, já presente em 57 países, quer mais. O grupo está pensando em novos conceitos de lojas e na criação de uma nova grife totalmente diferente. Segundo o executivo-chefe da H&M, Karl-Johan Persson, a empreitada não será sequer “similar” aos negócios atuais e deve estrear em 2017.

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A H&M já possui uma rede robusta de grifes menos conhecidas, como a Cos, um pouco mais cara e minimalista, queridinha dos editoriais de moda. Há ainda a &Other Stories, que começou como uma loja de beleza antes de expandir em roupas, sapatos e bolsas. A Monki visa a atrair mulheres jovens com gostos ecléticos. Weekday se vê como fornecedora de estilo escandinavo moderno. E a Cheap Monday é uma marca de moda com raízes no denim.

— Elas existem para permitir à H&M para oferecer uma variedade de diferentes estilos e tendências em diferentes pontos de preços — explicou Persson.

A última vez que a H&M lançou um novo tipo de loja foi em 2013, quando a &Other Stories estreou na Regent Street, em Londres, cheia de maxivestidos, saltos altos e mochilas. Hoje, a marca já tem mais de 20 lojas em dez países e já contou com colaborações de designers como Clare Vivier, Vika Gazinskaya e Sadie Williams.

A empresa não revela números de vendas de suas marcas individuais. Em uma teleconferência com analistas na quinta-feira, Nils Vinge, chefe do departamento de relações com investidores da H&M, disse que a varejista tem planos de expandir suas etiquetas menores.

— Principalmente Cos e &Other Stories este ano. Mas nós também estamos olhando para acelerar Monki e Weekday — afirmou.

Quanto ao potencial nova marca, Vinge disse que há um departamento dentro da H&M cuja função é estar de olho em novidades o tempo todo.

— Há algumas coisas concretas sendo avaliadas — limitou-se a dizer.

No Brasil, após a chegada da americana Forever 21, a expectativa pela abertura da primeira H&M era grande até o fim do ano passado. Mas, a gigante, aparentemente desistiu do mercado brasileiro por ora. O motivo seria o alto custo da instalação no país.

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