Levy diz que ouviu de economistas que gasto excessivo é o que mais inibe confiança no Brasil
Redação DM
Publicado em 24 de junho de 2015 às 22:35 | Atualizado há 11 anosBRASÍLIA – O Ministério da Fazenda reuniu nesta quinta-feira um grupo de 16 economistas de peso para discutir conjuntura econômica. A reunião começou às 11h e está sendo coordenada pelo secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive e de Política Econômica, Afonso Arinos. A expectativa é que o ministro Joaquim Levy também participe do encontro.
BRASÍLIA – Ao deixar a reunião com 16 economistas, no Ministério da Fazenda nesta quinta-feira, o ministro Joaquim Levy, disse que ouviu ” coisas super bacanas” do grupo, convidado para discutir a conjuntura econômica com a equipe do governo. Segundo o ministro, um dos temas foi a questão fiscal e a importância de se evitar riscos com novos gastos.
— Isso afeta muito a confiança do investidor. Muitos falaram que essa questão do gasto público e de novas despesas obrigatórias é hoje talvez um dos maiores inibidores da confiança no Brasil — disse Levy.
Segundo o ministro também estão sendo discutidas questões estruturais e a agenda econômica. A reunião está sendo coordenada pelo secretário do Tesouro, Marcelo Saintive, e de Política Econômica, Afonso Arinos.
Participam do encontro David Beck, economista do Bank of American; Octavio de Barros, dido Bradesco; Carlos Kawall, do Banco Safra; Ilan Goldfajn, do Itaú; Maurício Kehdi Molan, do Santander; Luciana Costa Marques de Sá, diretora de Desenvolvimento Econômico da Firjan; Claudio Ferraz Ferreira, do banco BTG Pactual; Juan Jensen, economista-Tendência Consultoria Integrada; Samuel Abreu Pessoa, chefe do Centro de Crescimento Economico – FGV; Cláudio Adilson Gonçalez, diretor MCM consultores associados; Rubens Sardenberg, diretor de Regualção Prudencial, Risco e Economia da Febraban; Beny Parnes, economista-chefe SPX Capital; Carlos Tadeu de Freitas Gomes, chefe da divisão econômica CNC; Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Marcelo Carvalho, economista-chefe para a América Latina do banco BNP; e Luis Fernando Melo Mendes, economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBI).