Cotidiano

Comunicação tem sido uma das mais afetadas pela Covid

Redação DM

Publicado em 16 de junho de 2021 às 14:29 | Atualizado há 5 anos

A morte de dois grandes jornalistas com importante atuação em Goiás, por Covid-19, revela que, antes de tudo, o jornalismo é uma profissão que atua na linha de frente de qualquer acontecimento social, seja ele político, econômico, social ou cultural. Não há porque continuar negando que, como linha de frente, atuante, e, na primazia, os jornalistas, também, deveriam ser enquadrados no grupo prioritário no Plano Nacional de Imunização. Não é porque as entidades e instituições da categoria deixaram as mortes acontecerem (o Brasil deve ter perdido mais de 250 profissionais em todo seu território), e, porque parece haver uma birra do governo federal com esses profissionais, que as mortes devam continuar. Goiás perde dois de seus ilustres: o jornalista Carlo Bueno, editor do Diário de Goiás e Álvaro Duarte, que comandou em solo goiano, por vários anos, o programa Trilhas do Brasil. Não há como continuar assim: numa macha insolene e ver profissionais sérios, que combatem e sempre combateram, inclusive, o exército maledicente de fake news, irem embora, enquanto que a turba, dos que mentem para a população, continua sendo prestigiada. Não é aqui caso de ‘Profissão de fé’, mas do bom senso diante da realidade e dos números de mortes de profissionais na cobertura diária dessa tragédia. E o que seria da população se não tivessem essas informações?!!

Leia também

Siga o Diário da Manhã no Google Notícias e fique sempre por dentro

edição
do dia

Impresso do dia