Câmara de Comércio Brasil – Índia visita o DAIA e visa comércio bilateral
Redação DM
Publicado em 14 de junho de 2021 às 15:37 | Atualizado há 5 anos
Integrantes da Câmara de Comércio Brasil – Índia participam de um encontro com empresários do Distrito Agroindustrial de Anápolis nesta segunda-feira (14), a reunião e um almoço será realizada no Porto Seco Centro Oeste.
O encontro é resultado de uma ação conjunta da Associação dos Empresários do DAIA (ASSEDAIA), do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas no Estado de Goiás, e do Rotary Club DAIA, entidade que congrega vários empresários que tem negócios estabelecidos naquele distrito industrial.
O encontro terá a presença do presidente da Câmara de Comércio Brasil-Índia, Roberto Paranhos do Rio Branco, com o objetivo de iniciar conversações sobre a possibilidades de parcerias de negócios na indústria e comércio bilaterais com aquele país, bem como, promover interações à respeito de logística, seguro, créditos e tecnologia.
O empresário Amaury Esberard, que preside o Rotary Club Daia, e é um dos organizadores do evento, foi um dos fundadores da Câmara Brasil-Índia e já realizou outras iniciativas para promover interação com a Índia, um dos mais promissores canais de negócios para o comercio internacional. Para Esberard, esta é uma grande oportunidade de fomentar iniciativas para que indústrias estabelecidas no DAIA possam ter a possibilidade de exportar para aquele país.
No âmbito econômico, a Índia é um país com uma complexa rede burocrática, que pode dificultar ou mesmo atrasar processos de importação ou de exportação, que por sua vez pode espantar o investimento estrangeiro.
O país tem potencial para crescimento, e tem investido no aperfeiçoamento de seus processos comerciais, a aprimorado sua indústria para a geração de mais empregos e maior desenvolvimento interno. O Brasil pode se beneficiar imensamente dessa relação, exportando para Índia.
A Índia é gigante na extensão do seu território e no tamanho da sua população. Tudo indica que, também, será gigante na economia, de vez que a mesma está crescendo ao ritmo chinês e, como consequência, a renda per capita da população também.