Lidar com comentários transfóbicos ainda é um desafio
Redação DM
Publicado em 17 de abril de 2021 às 11:23 | Atualizado há 5 anos
A drag queen, Sophia Barclay, foi alvo de comentários transfóbicos durante participação de conferência online no Twitter. De acordo com a publicação de Sophia, os insultos começaram após uma a indagação. “Qual foi traveco? Bota essa Sophia pra falar”, disse um dos envolvidos do episódio.
Transfobia no Brasil
De acordo com dados publicados em 2019 pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), pelo menos 129 pessoas transgênero foram assassinadas no Brasil. Enquanto isso, os casos de cunho transfóbicos são subnotificados, uma vez que a real motivação dos crimes nem sempre é explícita.
Por outro lado, números absolutos relatam o estado de São Paulo com 21 homicídios. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a discriminação da população LGBTI como uma forma de racismo. Além disso, para combater crimes contra pessoas transgênero, a Antra cita ações que podem ser adotas. Deste modo, campanhas de prevenção à violência e denúncias são maneiras de enfrentar a impunidade e omissão às pessoas trans.
Transfobia na política
A vereadora, Benny Brioly foi alvo de comentário transfóbico na Câmara dos Vereadores de Niterói nesta sexta-feira (16). De acordo com o portal Yahoo!, o vereador Douglas Gomes foi proibido de referir-se à colega pelo gênero masculino durante discussões no plenário da casa.
Por outro lado, Benny foi uma das 30 únicas vereadoras trans eleitas nas ultimas eleições parlamentares. No entanto, a vereadora contou ao portal que já teve de sair escoltada da Câmara por causa de agressões transfóbicas do vereador Douglas e manifestantes bolsonaristas.
O que é transfobia?
Transfobia, segundo o dicionário, é o preconceito contra transexuais ou pessoas transgênero. Portanto, a transfobia ocorre da não-aceitação da expressão de identidade dessas pessoas. Deste modo, ações de cunho transfóbico podem se manifestar sob a forma de violência física, verbal, moral ou psicológica contra pessoas autodeclaradas.
Transfobia no Brasil
De acordo com dados publicados em 2019 pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), pelo menos 129 pessoas transgênero foram assassinadas no Brasil. Enquanto isso, os casos de cunho transfóbicos são subnotificados, uma vez que a real motivação dos crimes nem sempre é explícita.
Por outro lado, números absolutos relatam o estado de São Paulo com 21 homicídios. No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a discriminação da população LGBTI como uma forma de racismo. Além disso, para combater crimes contra pessoas transgênero, a Antra cita ações que podem ser adotas. Deste modo, campanhas de prevenção à violência e denúncias são maneiras de enfrentar a impunidade e omissão às pessoas trans.
Transfobia na política
A vereadora, Benny Brioly foi alvo de comentário transfóbico na Câmara dos Vereadores de Niterói nesta sexta-feira (16). De acordo com o portal Yahoo!, o vereador Douglas Gomes foi proibido de referir-se à colega pelo gênero masculino durante discussões no plenário da casa.
Por outro lado, Benny foi uma das 30 únicas vereadoras trans eleitas nas ultimas eleições parlamentares. No entanto, a vereadora contou ao portal que já teve de sair escoltada da Câmara por causa de agressões transfóbicas do vereador Douglas e manifestantes bolsonaristas.