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Covid-19: Operação cumpre 14 mandados contra suspeitos de furarem a fila de vacinação

Redação DM

Publicado em 16 de abril de 2021 às 12:42 | Atualizado há 2 anos


Operação teve como alvo empresários, profissionais liberais e funcionários públicos.
Foto:Divulgação.

Durante a Operação foram apreendidas, duas espingardas, uma pistola cal. 635, munições de diversos calibres, além de diversos documentos e objetos, que serão analisados a fim de se descobrir eventual envolvimento de outras pessoas.

Os investigados são suspeitos de praticarem os crimes de falsidade ideológica e infração de medida sanitária preventiva. Somadas as penas podem ultrapassar quatro anos de prisão, além de multa.



Operação cumpre mandado de busca e apreensão.
Foto:Divulgação.

A Operação Falsa Modéstia teve apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/GT3) e da Gerência de Planejamento Operacional (GPO) da PCGO.

Todas as medidas de prevenção e controle da Covid-19, foram respeitadas pelos policiais civis durante a Operação.



Operação Falsa modéstia.
Foto:Divulgação.

Segundo a investigação, recepcionista e auxiliar de serviços gerais em clínicas, farmácias e consultórios odontológicos, foram vacinados alegando atuarem na área da saúde. No entanto foi apurado que essas pessoas exerciam funções diversas, ou sequer trabalhavam no local informado.

Foi apontado pela investigação que uma mulher possui inscrição regular como Engenheira Civil, se declarou recepcionista de clínica odontológica,e obteve a primeira dose da vacina.

Uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) foi registrada em sua inscrição quatro dias antes da declaração, mostra que a investigada exercia a função de engenheira civil quando se declarou recepcionista de clínica odontológica.



Operação teve como alvo empresários, profissionais liberais e funcionários públicos.
Foto:Divulgação.

Durante a Operação foram apreendidas, duas espingardas, uma pistola cal. 635, munições de diversos calibres, além de diversos documentos e objetos, que serão analisados a fim de se descobrir eventual envolvimento de outras pessoas.

Os investigados são suspeitos de praticarem os crimes de falsidade ideológica e infração de medida sanitária preventiva. Somadas as penas podem ultrapassar quatro anos de prisão, além de multa.



Operação cumpre mandado de busca e apreensão.
Foto:Divulgação.

A Operação Falsa Modéstia teve apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/GT3) e da Gerência de Planejamento Operacional (GPO) da PCGO.

Todas as medidas de prevenção e controle da Covid-19, foram respeitadas pelos policiais civis durante a Operação.




Na manhã desta sexta-feira (16), foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Rubiataba, a Operação Falsa Modéstia, para cumprir 14 mandados de busca e apreensão em Rubiataba e Ceres, interior de Goiânia.

A ação teve como alvo empresários, profissionais liberais e funcionários públicos suspeitos de “furarem a fila” de vacinação contra a Covid-19, apresentado declarações falsas à Secretaria de Saúde do Município de Rubiataba.



Operação Falsa modéstia.
Foto:Divulgação.

Segundo a investigação, recepcionista e auxiliar de serviços gerais em clínicas, farmácias e consultórios odontológicos, foram vacinados alegando atuarem na área da saúde. No entanto foi apurado que essas pessoas exerciam funções diversas, ou sequer trabalhavam no local informado.

Foi apontado pela investigação que uma mulher possui inscrição regular como Engenheira Civil, se declarou recepcionista de clínica odontológica,e obteve a primeira dose da vacina.

Uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) foi registrada em sua inscrição quatro dias antes da declaração, mostra que a investigada exercia a função de engenheira civil quando se declarou recepcionista de clínica odontológica.



Operação teve como alvo empresários, profissionais liberais e funcionários públicos.
Foto:Divulgação.

Durante a Operação foram apreendidas, duas espingardas, uma pistola cal. 635, munições de diversos calibres, além de diversos documentos e objetos, que serão analisados a fim de se descobrir eventual envolvimento de outras pessoas.

Os investigados são suspeitos de praticarem os crimes de falsidade ideológica e infração de medida sanitária preventiva. Somadas as penas podem ultrapassar quatro anos de prisão, além de multa.



Operação cumpre mandado de busca e apreensão.
Foto:Divulgação.

A Operação Falsa Modéstia teve apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/GT3) e da Gerência de Planejamento Operacional (GPO) da PCGO.

Todas as medidas de prevenção e controle da Covid-19, foram respeitadas pelos policiais civis durante a Operação.


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