Política

Fórum de entidades empresariais apoia medidas do governador Ronaldo Caiado

Redação DM

Publicado em 1 de fevereiro de 2021 às 15:04 | Atualizado há 5 anos

Os empresários de Goiás, por meio das entidades representativas, apoiaram as novas medidas do governador Ronaldo Caiado tendo em vista o combate do novo coronavírus.

Na semana passada o Governo de Goiás expediu decreto em que restringe consumo de bebidas alcoólicas na madrugada, medida adotada para reduzir aglomerações e conter a alta de casos de covid-19.

Caiado também suspendeu o ponto facultativo do carnaval, que seria celebrado em 15 dias.

Os empresários entendem que a pandemia já deu sinais claros de que é grave e que afeta o mercado de outras formas, já que impacta a vida das famílias brasileiras.

“Reconhecemos que a ação do governo é pautada pela ciência, pelas orientações dos profissionais da saúde e pela experiência dos países que já enfrentaram etapas mais duras da pandemia”, diz o texto.

A nota é assinada pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Federação do Comércio de bens, serviços e turismo do Estado de Goiás ( Fecomercio), Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), Federação das Associações Comerciais do Estado de Goiás (Facieg), Associação Pró Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial), Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas ( FCDL), Associação Comercial e Industrial do Estado de Goiás ( Acieg), Organização das Cooperativas do Brasil no Estado de Goiás ( OCB-GO).

NOTA DE APOIO AO GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS

O Fórum das Entidades Empresariais do Estado de Goiás (FEE) reconhece a importância das medidas adotadas pelo Governo do Estado, com objetivo de retardar a velocidade de propagação da segunda onda do Coronavírus que atingiu o Brasil. Neste momento é fundamental a iniciativa de suspender as comemorações de carnaval, assim como a não concessão de ponto facultativo nesta data e a mútua colaboração das entidades sindicais patronais e laborais, visando a substituição de feriados que foram aprovados em Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho, possibilitando a manutenção das atividades empresariais neste período, única forma de mitigar os impactos causados pela doença. Reconhecemos que a ação do governo é pautada pela ciência, pelas orientações dos profissionais da saúde e pela experiência dos países que já enfrentaram etapas mais duras da pandemia. Ao mesmo tempo, entendemos que não há conflito entre a manutenção da saúde e a proteção da economia goiana. As empresas goianas estão empenhadas no cumprimento de forma irrestrita das recomendações sanitárias, como a prática de higienização das mãos com água, sabão e álcool em gel, uso de máscara e distanciamento, visando a saúde dos colaboradores e clientes, cônscios de que é a única forma de preservação das atividades econômicas e dos empregos. A crise na saúde pública, com severos e inéditos efeitos sobre a atividade econômica, exige diálogo e a união de todos. Quanto mais fortes forem esses elos, mais cedo estabeleceremos a normalidade. Com todos fazendo sua parte, venceremos a guerra contra a doença!

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