Economia

Promotoria da Espanha quer que ex-diretor do FMI cumpra 4 anos de prisão

Redação DM

Publicado em 14 de janeiro de 2016 às 05:25 | Atualizado há 10 anos

MADRI – A promotoria pública da Espanha afirmou nesta quinta-feira que quer a sentança de prisão do ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, Rodrigo Rato, por quatro anos e meio. Rato é investigado por suposto uso de cartões de crédito em benefício próprio durante seu período na presidência do banco Bankia.

A autoridade ainda precisa ir a julgamento e a Suprema Corte busca evidências que possam levar o caso adiante. Rato era um político proeminente do Partido Popular na Espanha, o mesmo do presidente Mariano Rajoy e já ocupou o cargo de ministro da Economia. Ele foi CEO do Bankia pouco antes do banco entrar com pedido de resgate estatal em 2012.

Em ação separada, Rato é acusado de fraude, apropriação indevida, crimes de contabilidade, fraude de documentos e administração desleal em relação à saída na bolsa do Bankia. Também é objeto de investigações por suposta fraude fiscal e lavagem de dinheiro em um terceiro processo.

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