Cotidiano

Outros pontos da cidade também ficam lotados no fim de semana de sol

Redação DM

Publicado em 10 de janeiro de 2016 às 02:00 | Atualizado há 11 anos

RIO – A onda de calor tem levado cariocas e turistas para outros pontos da cidade além das praias. Por indicação do hostel em que está hospedada, em Copacabana, a advogada argentina Natalia García, de 26 anos, que está de férias no Rio com mais dois amigos, visitou a Cachoeira do Chuveiro, no Horto, na manhã deste domingo.

— Eu já tinha gostado da cidade por causa do Corcovado, do Pão de Açúcar, da gentileza carioca e da comida. Saber que existem mais lugares interessantes no Rio para curtir, só faz a minha viagem ficar ainda mais incrível. As praias são um ótimo programa de domingo, mas essa cachoeira não perde em nada para a água salgada — disse.

Próximo à Natalia, estava o guardião Rodrigo Abrantes, de 37 anos, com um grupo de amigos. Eles são de Niterói, mas costumam atravessar a Ponte para visitar a Floresta da Tijuca aos fins de semana.

— Venho sempre aqui. Hoje, fizemos uma trilha e terminamos aqui na cachoeira para nos refrescar. Agora, vamos voltar pra casa com a bateria recarregada para recomeçar a semana intensa de trabalho — contou.

Com a recente inauguração do Museu do Amanhã, o verão longe da orla do Rio também tem atraído um mar de gente para a Praça Mauá. Neste fim de semana, além dos piqueniques em família, dos corajosos que se arriscam a mergulhar nas águas da Baía de Guanabara e das muitas selfies com o novo cenário da cidade, o local recebeu a primeira edição da feira de artesanatos Mauá Cult, promovida pelo Centro Cultural Silva Barroso, em Conservatória.

— Viemos de longe porque sabemos que aqui é um lugar, que tem recebido uma quantidade alta de visitantes. E como precisamos de arrecadar fundos para os nossos projetos, decidimos realizar a nossa feira nesse ponto turístico que o Rio resgatou — explicou a organizadora do evento, Francisca da Silva.

A expositora Lidiane Marques estava satisfeita com as vendas do fim de semana. Ela informou que as vendas na cidade foram 70% do que num fim de semana em Conservatória.

— Vendi para gente de todo lugar. Carioca, paulista, baiano, americano, argentino. O bom daqui é que a baía manda um ventinho, que ameniza o calor. A intenção é de que a feira aconteça mensalmente. Tomara que dê certo, porque é maravilhoso trabalhar com essa paisagem linda ao fundo, conhecer gente interessante do mundo inteiro e ainda sentir essa brisa gostosa — elogiou.

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