Albert Schweitzer e Rocha Faria devem custar menos para a prefeitura
Redação DM
Publicado em 9 de janeiro de 2016 às 00:05 | Atualizado há 11 anosRIO – O prefeito Eduardo Paes fez a primeira visita, ontem, ao Hospital Albert Schweitzer, após o município assumir a gestão da unidade. Com o pé quebrado, ele percorreu de cadeira de rodas algumas instalações do prédio, acompanhado pelo secretário-executivo de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, que anunciou a redução dos gastos anuais da emergência.
— Os gastos anuais com o Albert Schweitzer e o Rocha Faria somam R$ 504 milhões. Apresentei uma planilha para o prefeito com redução de 30%. Com R$ 350 milhões, conseguiremos fazer uma bom trabalho nos dois hospitais e, ainda, melhorar o atendimento neles — disse.
Sobre a origem do dinheiro para pagar os custos da unidade visitada e do Hospital Rocha Faria, que também passará a ser administrado pela prefeitura a partir de amanhã, Paes não dá detalhes. Ele afirma que o município tem dinheiro para arcar com os gastos das duas principais emergências da Zona Oeste, que prestam 20,5 mil atendimentos por mês.
— A verba vai sair dos cofres municipais, a gente tem recurso para isso. Não se preocupe que as nossas contas estão ajeitadas — minimizou ele, reconhecendo a necessidade de melhorias no hospital de Realengo. — O Albert tem um papel importante para a rede municipal. É claro que há investimentos a serem feitos, mas se vocês forem à maternidade e ao CTI, vão ver um hospital novo. Em outras áreas, no entanto, parece bem velho. Há tarefas de curto e longo prazos a serem feitas — disse.
As primeiras reformas no Albert Schweitzer, segundo Pedro Paulo, começarão a ser feitas nos próximos dias. E a previsão é de que, até o fim do mês, elas estejam entregues.
— As obras do refeitório já estarão terminadas até o fim da semana. Paralelamente, vamos reformar o décimo andar, na área de ortopedia, que necessidade de melhorias na climatização, nos banheiros e na enfermaria. E também vamos implodir o prédio ao lado do hospital para usarmos a área como estacionamento — contou.