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Jane Moghames rebate acusações e defende gestão à frente do Clube Social Feminino

DM Redação

Publicado em 28 de agosto de 2025 às 20:46 | Atualizado há 10 horas

A presidente do Clube Social Feminino, Jane Moghames, procurou o Diário da Manhã para esclarecer acusações que, segundo ela, não condizem com a realidade de sua administração. À frente da entidade desde 2018, Jane afirma que as críticas envolvendo dívidas, prestação de contas e mudanças estatutárias estão baseadas em informações distorcidas.
“Tudo começou em 2018, quando assumi minha primeira gestão. Na época, concorri com três chapas e venci pela maioria. Desde então, surgiram questionamentos sobre o IPTU. É importante esclarecer: havia problemas de gestões anteriores, com parcelas atrasadas e dívidas acumuladas. Na minha administração, consegui organizar esse parcelamento, que continua sendo pago. Alegam que devo R$ 1,4 milhão, mas isso não é verdade. O IPTU está devidamente parcelado e em dia”, declarou.
Outro ponto citado pela presidente é a prestação de contas. Segundo Jane, o processo foi realizado em fevereiro deste ano, com a presença de profissionais da contabilidade e de um advogado, além de registro em cartório e publicação em edital. “Dizem que não houve prestação de contas, mas ela foi feita dentro das normas. Inclusive, como não houve outra chapa concorrente, fui reeleita por aclamação. Isso não significa perpetuação no cargo, mas sim um reflexo da confiança dos associados”, explicou.
As alterações no estatuto também foram alvo de críticas. Jane recorda que, em 2014, o limite era de 800 sócios, reduzido em 2017 para 400, mas quando assumiu já havia mais de 500 pagantes. “Ajustamos o número para a realidade, retornando ao limite anterior de 800. A mudança foi feita em assembleia, registrada em cartório e aprovada por mais de cem associados”, destacou.
Entre as conquistas de sua gestão, Jane cita o título de utilidade pública obtido em 2024.. “Cheguei a receber proposta de emenda de R$ 100 mil, exigindo metade do valor em troca. Não aceitei. Desde então, enfrento perseguições e processos movidos por opositores da administração”, afirmou.
A presidente também destacou a recuperação estrutural do clube, que em 2018 apresentava piscinas destruídas e falta de condições de lazer. “Hoje temos superávit mensal entre R$ 20 mil e R$ 40 mil, registrado em assembleias e cartório. Todas as atas e documentos estão à disposição dos sócios”, disse.
Para Jane, parte da resistência vem de antigos sócios remidos, que não pagam mensalidade, mas resistem à ampliação do quadro de associados. “Quem sustenta o clube é o associado ativo. Durante a pandemia, a ampliação foi fundamental para manter a instituição em pé. Sem isso, não teríamos conseguido investir nas melhorias realizadas”, concluiu.

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