Cotidiano

Presidente de sindicato rural é preso acusado de abusar sexualmente de funcionárias

Aline Drumond - Estágio DM

Publicado em 13 de novembro de 2025 às 16:00 | Atualizado há 7 meses

Presidente do sindicato é suspeito de abusar sexualmente de funcionárias. Foto: Reprodução/Instagram de Olávio Teles Fonseca.
Presidente do sindicato é suspeito de abusar sexualmente de funcionárias. Foto: Reprodução/Instagram de Olávio Teles Fonseca.

O presidente do Sindicato Rural de Rio Verde, Olávio Teles Fonseca, foi preso na última quarta-feira (12), suspeito de abusar sexualmente de três funcionárias da instituição, entre elas uma menor aprendiz. De acordo com a Polícia Civil, duas mulheres são funcionárias efetivas e relataram que os abusos ocorriam de forma recorrente. Já a menor disse ter sido vítima em um único episódio.

A prisão foi realizada na sede do sindicato, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. O suspeito foi levado para a Casa de Prisão Provisória do município, onde aguarda audiência de custódia.

Em nota, o Sindicato Rural informou que Olávio pediu afastamento voluntário do cargo nesta quinta-feira (13) e permanecerá fora das funções durante as investigações.

Segundo a delegada Fernanda Simão, responsável pelo caso, ele é investigado pelos crimes de estupro, abuso sexual, violência psicológica e coação. As investigações começaram em setembro, após uma denúncia anônima, e apontam a possibilidade de existir outras vítimas. “Com as diligências, identificamos as vítimas e testemunhas que confirmaram as práticas”, afirmou à delegada.

Confira na íntegra o que diz a nota do Sindicato Rural:

O Sindicato Rural de Rio Verde acompanha os acontecimentos recentes e manifesta confiança no trabalho da Justiça e das autoridades responsáveis.

Informamos que o Sr. Olávio Teles Fonseca, solicitou, de forma voluntária, o afastamento de suas funções na data de hoje, permanecendo afastado pelo período que se fizer necessário para o regular andamento das investigações.

A entidade aguarda que os fatos sejam esclarecidos com a devida imparcialidade e dentro do devido processo legal.

No mais, o Sindicato segue trabalhando e à disposição para eventuais esclarecimentos institucionais que se fizerem necessários.


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