O que é bom repete
Redação Online
Publicado em 15 de novembro de 2025 às 18:06 | Atualizado há 7 meses
A professora Bia de Lima foi reeleita para continuar à frente do Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Estado de Goiás (Sintego). Ela foi a preferida da base de professores e trabalhadores das áreas administrativa e de apoio na educação da rede pública de Goiás e continuará sendo a presidenta do Sintego.
As eleições aconteceram nos últimos três dias e a ampla maioria da base sindical chancelou a continuidade da administração de Bia de Lima para comandar a representação dos trabalhadores na educação em Goiás.
Bia de Lima é presidenta do Sintego e continuará sendo por mais um mandato de quatro anos. Além de presidir o Sintego, Bia de Lima é diretora estadual da Central Única dos Trabalhadores (CUT) – tendo presidido da central sindical em outras duas ocasiões – e deputada estadual em terceiro mandato pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
De uma presença marcante e politicamente comprometida com os ideais populares e da sua categoria trabalhista, Bia de Lima é respeitada como interlocutora hábil e de bom trânsito com todas as correntes políticas. Não se curva a extremismos que tentam desqualificar sua representação e não se intimida ao ter que enfrentar o poder.
Trabalhadores e trabalhadoras da educação festejaram mais uma reeleição de Bia de Lima, na sede do Sintego no Setor Coimbra em Goiânia. TestemunhoMeu nome é Hélmiton Kéeller Borges Prateado, sou jornalista e advogado e me orgulho imensamente de ter sido professor das redes pública e privada de ensino, profissão que considero um verdadeiro sacerdócio. Aprendi o amor ao magistério com minha mãe, Ivanildes, também professora.
Conheço a professora Bia de Lima desde a primeira metade dos anos 1980, quando éramos jovens professores da rede estadual de ensino e participávamos ativamente daqueles alvoroçados tempos de final da ditadura civil-militar do pós-64. O Sintego ainda era CPG (Centro dos Professores de Goiás), porque a imbecilidade da ditadura impedia servidores públicos de serem sindicalizados.
Éramos jovens e sonhadores, não nos intimidávamos com ameaças nem com a reação que tentava nossas aspirações. Renovávamos diariamente nosso compromisso com a construção de um mundo melhor, mais justo e fraterno. Eram bons tempos de quem dividia seu tempo entre as salas de aula das faculdades que cursavam e das escolas onde ministravam aulas para ganhar o sustento.
O tempo fluiu e cuidou de nos colocar em postos sempre ativos na militância e na vanguarda de dias melhores para nós e nossos irmãos de luta. Jamais me curvamos à inércia, nem ao comodismo e muito menos à resiliência. Sempre fomos da luta, o que faz muito bem pra alma.Hoje é agradável aos olhos olhar para trás e ver que trilhamos o caminho justo e da verdade.
É bom saber que militamos do lado certo.Bia me representa, porque encarna o ideal de mestra, de mulher, de mãe, de companheira que não se intimida com a força, porque a força não é forte assim e sabemos que unidos não seremos vencidos. Força e honra, companheira Bia de Lima. Rumo à vitória sempre porque mulheres, que como você, lutam a vida inteira são imprescindíveis.