Cotidiano

Casal é preso no Setor Marista com R$ 800 mil em espécie após saque em agência bancária

Redação Online

Publicado em 23 de dezembro de 2025 às 20:16 | Atualizado há 5 meses

Os policiais encontraram aproximadamente R$ 800 mil em espécie guardados em uma mochila
Os policiais encontraram aproximadamente R$ 800 mil em espécie guardados em uma mochila

Um casal acabou preso na manhã de segunda-feira (22/12), no Setor Marista, em Goiânia, após ser flagrado com cerca de R$ 800 mil em dinheiro vivo dentro de uma mochila. Segundo a Polícia Militar, o valor saiu minutos antes de uma agência bancária da região e não teve a origem esclarecida pelos suspeitos.

A interceptação ocorreu depois do compartilhamento de informações entre a Polícia Federal, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás (FICCO-GO), a inteligência do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e equipes do 7º Batalhão da PM, que localizaram a caminhonete onde o casal seguia.

Durante a revista no veículo, os policiais encontraram aproximadamente R$ 800 mil em espécie guardados em uma mochila. Questionados sobre a procedência do montante, os dois não apresentaram justificativa compatível com o valor transportado.

De acordo com a corporação, a mulher possui antecedentes por crimes contra o sistema financeiro. Diante dos indícios, o casal recebeu voz de prisão e seguiu para a Polícia Federal, que assumiu o caso e abriu investigação por suspeita de lavagem de dinheiro.

Foto: Reprodução

Nota à imprensa

A respeito da ação policial realizada no dia 22/12 e divulgada pela imprensa, cumpre ressaltar que não há qualquer ilicitude quanto à origem dos recursos sacados em espécie. A defesa das pessoas física e jurídica citadas prontamente apresentou esclarecimentos que comprovam e segue atuante para dirimir eventuais dúvidas e demonstrar a origem lícita dos recursos que foram sacados cumprindo rigorosamente todos os procedimentos exigidos pelo sistema financeiro brasileiro.

Os valores foram pagos à empresa por serviços prestados ao setor privado, conforme previsto em contrato, de forma legal e documentada. Portanto, não há que se falar em qualquer tipo de ilegalidade no caso. É um absurdo falar-se em qualquer tipo de crime detectado, uma ilação tentada com intuito de levantar suspeitas sobre uma empresa que atua dentro da total legalidade há quase três décadas.

Acreditamos que, respeitado o devido processo legal, as próprias autoridades policiais e a Justiça darão por encerradas as apurações e afastarão quaisquer dúvidas que tenham sido levantadas.

David Soares, advogado criminalista – OAB/GO: 25.515

André Luiz Aidar Alves, advogado empresarialista – OAB/GO 23.010

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