Cotidiano

Residência é atingida por drones equipados com granadas em Itaberaí (GO)

Aline Drumond - Estágio DM

Publicado em 19 de janeiro de 2026 às 13:37 | Atualizado há 6 meses

Polícia investiga a origem de drones com granadas que caíram em área residencial de Itaberaí | Foto: Freepik
Polícia investiga a origem de drones com granadas que caíram em área residencial de Itaberaí | Foto: Freepik

A Polícia Civil de Goiás investiga a queda de dois drones equipados com granadas dentro de uma residência em Itaberaí, no interior do estado. As aeronaves não tripuladas colidiram com uma palmeira antes de cair no quintal do imóvel. Embora o episódio tenha ocorrido no último sábado (17), as autoridades só divulgaram o caso nesta semana.

A ocorrência teve início quando a proprietária da casa, localizada na Rua 12, no setor Vila Leonor, percebeu os drones no quintal e acionou a Polícia Militar (PM). Ao se aproximar dos equipamentos, a moradora notou que ambos transportavam objetos semelhantes a explosivos, fixados à estrutura das aeronaves com fita adesiva.

Diante da situação, equipes da PM se deslocaram até o local, isolaram a área e realizaram uma avaliação preliminar. Em seguida, os militares constataram que os artefatos apresentavam características compatíveis com granadas do modelo MK. Por esse motivo, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), com sede em Goiânia, foi imediatamente acionado.

Logo depois, uma equipe especializada do Bope se deslocou até Itaberaí para assumir a ocorrência. Após análise técnica, os policiais executaram a detonação controlada das granadas, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança. A ação evitou riscos à população e não deixou feridos.

Com a neutralização dos explosivos, a Polícia Civil deu início às investigações. Agora, os agentes trabalham para identificar a origem dos drones, além de apurar quem estaria por trás da operação das aeronaves. Paralelamente, a polícia tenta esclarecer qual seria a finalidade do uso dos explosivos e se os equipamentos estavam sendo monitorados remotamente.

Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre suspeitos ou prisões. As investigações continuam em andamento.


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