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Felipe Prior tem condenação por estupro mantida pela Justiça e segue sentenciado a oito anos de prisão

Aline Drumond - Estágio DM

Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 16:51 | Atualizado há 4 meses

Justiça confirma pena de oito anos de prisão para Felipe Prior, ex-BBB condenado por estupro | Foto: Reprodução/Globo
Justiça confirma pena de oito anos de prisão para Felipe Prior, ex-BBB condenado por estupro | Foto: Reprodução/Globo

O ex-participante do Big Brother Brasil, Felipe Prior, teve sua condenação mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por um caso de estupro ocorrido em 2014. A decisão, publicada em 23 de dezembro de 2025, manteve a pena de oito anos de prisão em regime semiaberto. O julgamento foi conduzido pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca.

O ministro explicou que, mesmo que a relação comece com o consentimento, ele pode ser retirado a qualquer momento. A falta de respeito a essa mudança pode configurar o crime de estupro. Prior ainda pode recorrer da decisão, mas, até o momento, a condenação permanece, e ele não foi preso imediatamente, permitindo que aguarde a conclusão do processo em liberdade.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) já havia revisado a sentença em setembro de 2024, aumentando a pena de seis para oito anos. A decisão levou em conta o impacto psicológico nas vítimas, que inclui depressão e transtorno de estresse pós-traumático, além das lesões físicas causadas. A tentativa da defesa de reduzir a pena foi rejeitada.

Contexto do caso em 2014

O caso, que remonta a agosto de 2014, aconteceu quando Felipe Prior e a vítima eram estudantes da Universidade Presbiteriana Mackenzie e moravam na Zona Norte de São Paulo. Após uma festa universitária, o arquiteto ofereceu carona à jovem, parando o carro em uma rua deserta. Ali, ele teria forçado a vítima a ir para o banco traseiro do carro, onde ocorreu o estupro enquanto ela estava alcoolizada.

O caso ganhou ampla repercussão quando Prior participou do BBB 20. Além dessa condenação, ele também enfrenta outras três acusações de tentativa de estupro, referentes a incidentes ocorridos entre 2014 e 2018. Até o momento, os advogados de Prior não se manifestaram publicamente sobre a decisão.


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