Corinthians bate Flamengo por 2 a 0, conquista a Supercopa e segura pressão com um a menos
Redação DM
Publicado em 1 de fevereiro de 2026 às 21:28 | Atualizado há 4 meses
O Corinthians começou 2026 levantando taça. Neste domingo (1º), no Mané Garrincha, em Brasília, o Timão venceu o Flamengo por 2 a 0 e conquistou a Supercopa do Brasil, em um jogo de roteiro bem brasileiro: gol cedo, expulsão que mudou a dinâmica e um segundo tempo de sufoco até o contra-ataque matar a partida.
O placar foi construído com Gabriel Paulista, ainda na etapa inicial, e Yuri Alberto já nos acréscimos do segundo tempo. A vitória corintiana foi marcada por organização defensiva e por uma leitura clara do momento do jogo: depois de abrir vantagem, o time baixou as linhas, aceitou sofrer por alguns minutos e foi cirúrgico quando apareceu espaço.
O Flamengo, que tinha como grande atração a reestreia de Lucas Paquetá, cresceu principalmente após ficar com um jogador a mais e empurrou o Corinthians para perto da própria área. Teve volume, finalizações perigosas e chegou a carimbar o travessão em cobrança de falta. Faltou, porém, o detalhe final: transformar domínio territorial em gol.
Do lado corintiano, a estratégia foi sobreviver ao ímpeto rubro-negro sem perder a cabeça. Em alguns lances, o time até chegou a balançar a rede, mas o gol foi anulado por impedimento. Ainda assim, a postura não mudou: compactação, disputa de segunda bola e saída rápida quando o Flamengo se expunha.
O contexto deixou o título com um sabor ainda mais simbólico. O jogo lotou (mais de 71 mil torcedores no estádio) e serviu como cartão de visitas para a temporada: de um lado, o Flamengo tentando impor elenco e intensidade; do outro, um Corinthians pragmático, competitivo e com fome de resultado.
Com a taça, o Timão abre o ano como o primeiro campeão nacional de 2026 e dá um recado: mesmo quando o jogo aperta, dá para ganhar com disciplina, leitura e eficiência.