Jóquei Clube estuda construir nova sede em Goiânia ou Região Metropolitana em meio a desapropriação
Redação Online
Publicado em 4 de fevereiro de 2026 às 15:01 | Atualizado há 4 meses
Objetivo é garantir a limpeza e evitar problemas como acúmulo de água parada
A presidente do Jóquei Clube de Goiás, Nívea Cristina, não descarta a construção de uma nova sede social para a entidade. A diretoria analisa diferentes cenários, caso se confirme a desapropriação da atual unidade no Setor Central. Entre as possibilidades está a transferência para o próprio Hipódromo da Lagoinha ou a implantação de uma nova estrutura em outra área.
A intenção é construir um novo Jockey, com sede social, áreas esportivas e um memorial. “Pode ser junto ao próprio hipódromo ou em outro local. Por exemplo, a região da GO-020 chama a nossa atenção pela vocação natural para o esporte. Mas não descartamos nada, inclusive ir para alguma cidade da região metropolitana”, explicou a presidente.
A permanência no espaço do hipódromo depende de negociações com a Prefeitura de Goiânia. “Lá, o IPTU anual é de R$ 13 milhões, e o valor venal está em R$ 300 milhões. Isso não reflete a realidade; a alíquota aplicada fica distorcida”, pontuou Nívea. A diretoria aguarda dados oficiais da prefeitura sobre as dívidas dos imóveis.
Enquanto aguarda a conclusão do processo de desapropriação, a diretoria do Jockey pretende manter a zeladoria do espaço na Avenida Anhanguera. O objetivo é garantir a limpeza e evitar problemas como acúmulo de água parada.
Com o processo de desapropriação da sede social, o plano principal é reestruturar o espaço do Hipódromo da Lagoinha para colocá-lo novamente em operação. A proposta é retomar as corridas de cavalo, mas é preciso manter a carta-patente do Ministério da Agricultura, hoje sob risco de perda.
Caso o processo de desapropriação não avance e a área fique com o Jóquei Clube, há planos de parcerias com a iniciativa privada para revitalização e operação do espaço.
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