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A saúde em Luziânia começa pela boca

Redação Online

Publicado em 27 de abril de 2026 às 15:49 | Atualizado há 6 meses

O Centro de Especialidades Odontológicas de Luziânia está promovendo uma verdadeira revolução na saúde da cidade, sendo responsável pela detecção precoce de inúmeros problemas e até antecipar a cura de muitas doenças.

Segundo a coordenadora, Vanessa Chadud, o serviço tem cumprido um papel de fundamental importância para a saúde de Luziânia ao ser o ponto inicial para tratamentos diversos.

“A busca por uma vida saudável deixou, há muito tempo, de se limitar apenas aos cuidados com o corpo e a mente. Em 2026, a conscientização de que a saúde começa pela boca tornou-se um pilar central na gestão pública e privada”, comenta a coordenadora.

O CEO é referência para toda a rede básica de saúde de Luziânia quando é preciso identificar a possibilidade de males mais amplos. Nesse sentido a unidade tem sido o pilar para detecção de casos de câncer de boca e outros males.

“A detecção precoce do câncer de boca é, atualmente, um dos maiores desafios e, ao mesmo tempo, uma das maiores vitórias da odontologia moderna. Quando diagnosticado no início, as chances de cura ultrapassam 80%, além de reduzir drasticamente a necessidade de cirurgias mutiladoras e tratamentos agressivos”, explica Vanessa Chadud.

No Centro de Odontologia são realizados exames que o resto da rede pública de saúde passa despercebida. Como a detecção de casos de tuberculose. “Isso serviu de alerta para aumentarmos o rigor dos protocolos de investigação e segurança da equipe. Além disso temos casos de hepatite C, HPV e outras enfermidades”.

A detecção de doenças precocemente é a principal ferramenta para cura mais rápida e efetiva. Outro serviço indispensável é a aplicação de laser na boca para pacientes regulados pela Secretaria Municipal de Saúde.

“A aplicação de laser na odontologia (Laserterapia) transformou-se em uma ferramenta indispensável nos centros de saúde modernos em 2026. Ela é dividida principalmente em duas categorias, dependendo da intensidade e do objetivo do tratamento: o Laser de Baixa Potência (Terapêutico) e o Laser de Alta Potência (Cirúrgico)”, conta Vanessa.

“Para um gestor ou profissional de saúde, focar na detecção precoce reduz o custo operacional a longo prazo. Tratar uma gengivite é significativamente mais barato e simples do que realizar uma cirurgia de enxerto ósseo ou tratar uma complicação cardíaca decorrente de bactérias”, finaliza.

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