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Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11/06) com 48 seleções, novas regras e tensões geopolíticas

Redação Online

Publicado em 11 de junho de 2026 às 11:00 | Atualizado há 3 horas

Estádio Azteca, que recebera jogos de Copa do Mundo pela terceira vez | Foto: Hector Vivas/Getty Images
Estádio Azteca, que recebera jogos de Copa do Mundo pela terceira vez | Foto: Hector Vivas/Getty Images

A 23ª Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11/06) com recordes de seleções, sedes, jogos e dias de duração. O torneio estreia novas regras e ocorre sob tensões políticas sem precedentes. Pela primeira vez, Canadá, Estados Unidos e México dividem a organização. São 48 seleções, 1.248 jogadores e 104 partidas ao longo de 39 dias.

A cerimônia de abertura começa às 14h30 (de Brasília) no Estádio Azteca, que se torna o primeiro a receber três aberturas de Copas (1970, 1986 e 2026). O jogo inaugural entre México e África do Sul está marcado para as 16h. A final será em 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Wilton Pereira Sampaio apita a partida de abertura.

Shakira e Burna Boy apresentam “Dai Dai”, música-tema da Copa, na abertura do México. Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean e J Balvin também se apresentam. Canadá e Estados Unidos têm cerimônias próprias: Michael Bublé e Alanis Morissette em Toronto; Katty Perry e Anitta em Los Angeles.

O contexto geopolítico é tenso: Estados Unidos e Israel iniciaram ofensiva contra o Irã em fevereiro. A presença iraniana chegou a ser dúvida. Os jogadores estão hospedados em Tijuana (México) e só cruzam a fronteira na véspera das partidas. Quinze funcionários da federação iraniana tiveram vistos negados, incluindo o presidente Mehdi Taj. A cota de ingressos para torcedores iranianos foi revogada.

O VAR agora pode corrigir segundo cartão amarelo e marcação incorreta de escanteio. Há novos prazos: 5 segundos para cobrar lateral e tiro de meta (reversão da posse); 10 segundos para substituição (time fica com um a menos por 60 segundos se descumprir); 1 minuto fora para atendimento médico. Cartão vermelho para quem cobrir a boca em discussão ou abandonar o campo em protesto.


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