Adolescente é esfaqueada por colega na escola em Rio Preto
Fernando Henrique - Estágio DM
Publicado em 10 de agosto de 2026 às 15:14 | Atualizado há 2 horas
Adolescente de 15 anos foi esfaqueada dentro de uma sala de aula em escola estadual de São José do Rio Preto | Foto: Reprodução
Uma adolescente de 15 anos foi esfaqueada dentro da sala de aula em uma escola estadual de São José do Rio Preto, a 440 quilômetros da cidade de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (10). A suspeita é uma outra aluna da unidade, de 17, segundo a polícia.
Conforme a Polícia Militar, a vítima é aluna do primeiro ano do ensino médio e foi atingida na cabeça por outra estudante, do segundo ano.
A agressão teria ocorrido durante a troca de professores e não havia docente na sala de aula no momento. A adolescente suspeita da agressão foi encaminhada à delegacia, acompanhada dos pais. A reportagem não conseguiu identificar o responsável pela defesa da adolescente suspeita.
Adolescente foi socorrida pelo Samu
A vítima levou dois golpes de faca e foi socorrida pelo Samu ( Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). Ela foi levada ao Hospital de Base, onde está internada.
O hospital informou que devido à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) não pode informar o estado de saúde da adolescente, apenas confirmou que ela passa por atendimento no local.
Ainda segundo informações da PM, a adolescente agressora chegou atrasada à escola e teve a entrada autorizada após o término da primeira aula.
Ela estava com uma faca escondida na mochila e teria ido diretamente para a sala onde a vítima estava. Não há revista na escola.
Alunas já haviam se desentendido anteriormente
Alguns alunos relataram aos profissionais da escola, conforme a polícia, que não houve briga antes da agressão. No entanto, as duas alunas já haviam se desentendido anteriormente.
Em nota, a Secretaria Estadual da Educação disse repudiar qualquer forma de violência dentro ou fora das escolas. E disse que assim que os profissionais tiveram conhecimento dos fatos as autoridades foram chamadas.
Uma equipe do Conviva (programa de melhoria da convivência e proteção escolar), composta por psicólogos, está na unidade escolar para prestar atendimento e acolhimento aos demais alunos, acrescentou a secretaria.
Por causa da ocorrência, os alunos das turmas envolvidas foram dispensados. (Simone Machado/FOLHAPRESS)