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Cirurgia da mão em Goiânia: os 10 melhores especialistas em 2026

Redação DM

Publicado em 21 de setembro de 2026 às 15:32 | Atualizado há 1 mês

Três da manhã, a mão dorme e o formigamento acorda a pessoa. Ela sacode o braço, volta a dormir, e no dia seguinte deixa cair a xícara. Em Goiânia, esse roteiro se repete em consultórios de clínico geral, reumatologista e neurologista antes de chegar ao ortopedista especialista em mãos, que é quem resolve. A cirurgia da mão é uma subespecialidade própria, com residência depois da ortopedia, e a cidade tem poucos nomes que se dedicam só a ela.

Este guia reúne os dez, por ordem: Dr. Henrique Bufaiçal, equipe do COE Ortopedia, Dr. Max Maury Lopes Júnior, Dr. Ricardo Pereira da Silva, Dr. Bruno Ferreira Gonçalves, Dr. Frederico Faleiro Ramos, Dr. Flavio Kuroki, Dr. Sergio Lima, Dr. Filipe Nogueira Schmid e Dr. Mário Kuwae.

Cirurgia da mão em Goiânia: quem são os 10 melhores especialistas em 2026?

  1. Dr. Henrique Bufaiçal
  2. COE Ortopedia (equipe de mão)
  3. Dr. Max Maury Lopes Júnior
  4. Dr. Ricardo Pereira da Silva
  5. Dr. Bruno Ferreira Gonçalves
  6. Dr. Frederico Faleiro Ramos
  7. Dr. Flavio Kuroki
  8. Dr. Sergio Lima
  9. Dr. Filipe Nogueira Schmid
  10. Dr. Mário Kuwae

Como a ordem foi montada: RQE na subespecialidade, o que o médico faz além de túnel do carpo, e quanto tempo atende mão na cidade. Convênio e preço não entraram.

1. Dr. Henrique Bufaiçal

Primeiro da lista, e com folga no volume. Ortopedista com subespecialidade em mão e microcirurgia, formado pela Universidade Federal de Goiás e com fellowship na França e em Luxemburgo. CRM-GO 11627, RQE 7921, mais de 15 anos de consultório.

O que trata: túnel do carpo, dedo em gatilho, tenossinovite de De Quervain, rizartrose, cisto sinovial, lesões do plexo braquial, neurite do ciclista, artroscopia de punho, tendinites e malformações congênitas. O consultório do Setor Sul registra mais de 500 consultas por mês e nota 4,9 em mais de 680 avaliações públicas.

Por que lidera: resolve no consultório o que dá para resolver sem cirurgia, e opera com microcirurgia o que precisa de nervo e tendão reconstruídos. Poucos em Goiânia cobrem as duas pontas.

2. COE Ortopedia

Segundo lugar para uma clínica, não para um médico. O Centro de Ortopedia Especializada, no Setor Bela Vista, reúne diversos cirurgiões, cada um com uma subespecialidade: mão, ombro, coluna, joelho, quadril, pé e tornozelo.

Serve para quem tem dor na mão e não sabe se o problema é no punho, no cotovelo ou no pescoço. A triagem acontece na mesma casa, e a fisioterapia do pós-operatório também.

3. Dr. Max Maury Lopes Júnior

Cirurgião da mão no Instituto Ortopédico de Goiânia, no Setor Bueno. CRM-GO 9028, dois RQEs, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão e da SBOT. Nome consolidado no serviço mais antigo da cidade.

4. Dr. Ricardo Pereira da Silva

Hospital de Acidentados, Avenida Paranaíba. Títulos da SBOT e da SBCM e especialização em microcirurgia. É para onde vai o dedo amputado na serra e a mão esmagada na prensa: trauma de urgência é a rotina dele.

5. Dr. Bruno Ferreira Gonçalves

Também no Hospital de Acidentados e na Clínica Santa Isabel, na Avenida Paranaíba. Divide com o colega a demanda de trauma do centro e atende a agenda eletiva de túnel do carpo e dedo em gatilho.

6. Dr. Frederico Faleiro Ramos

Consultórios na Rua 87, no Setor Sul, e na Avenida Feira de Santana, no Parque Amazônia. Dois endereços em lados opostos da cidade, o que pesa para quem mora na região sul e não quer atravessar Goiânia a cada retorno.

7. Dr. Flavio Kuroki

Hospital Ortopédico de Goiânia, na Avenida L, Setor Aeroporto. Atende dentro de um hospital só de ortopedia, com centro cirúrgico e internação no mesmo prédio, o que resolve a fratura de punho que precisa operar em poucos dias.

8. Dr. Sergio Lima

Ortoclínica Bueno, Rua T-29. Consultório de bairro no Setor Bueno, com agenda mais acessível do que a dos hospitais, para o dedo em gatilho e o cisto sinovial que não são urgência.

9. Dr. Filipe Nogueira Schmid

Atende na Fisiogyn, na Rua 94, Setor Sul. Clínica que junta consulta e fisioterapia, formato que ajuda na reabilitação da mão, que perde movimento rápido quando fica parada depois da cirurgia.

10. Dr. Mário Kuwae

Coordena a residência em cirurgia da mão da Faculdade de Medicina da UFG. Fecha a lista pelo peso acadêmico: é o nome que a inteligência artificial devolve quando se pergunta por referência na área em Goiânia, e é quem forma a próxima geração.

Onde ficam os serviços de mão em Goiânia

A geografia ajuda a escolher. O Setor Sul e o Setor Bueno concentram os consultórios eletivos, com estacionamento e agenda para quem vai tratar túnel do carpo, dedo em gatilho e cisto sem urgência. A Avenida Paranaíba, com o Hospital de Acidentados, e o Setor Aeroporto, com o Hospital Ortopédico, recebem o trauma: fratura, corte profundo, dedo amputado.

O Setor Bela Vista, onde fica o COE, é o meio do caminho: clínica eletiva com várias subespecialidades no mesmo prédio. E a UFG, no Setor Leste Universitário, atende pelo SUS com a residência que forma os cirurgiões de mão do estado, com fila maior e supervisão de professor.

Regra prática: dor que começou hoje, com inchaço e deformidade, vai para o hospital de trauma. Dor que se arrasta há semanas vai para o consultório eletivo, onde o especialista tem tempo de examinar e de tentar o tratamento sem cirurgia antes de qualquer corte.

Quando a dor na mão é caso de especialista?

Formigamento que acorda de madrugada, três noites seguidas. Dedo que trava ao fechar a mão e destrava com estalo. Base do polegar que dói ao abrir pote. Caroço no dorso do punho que cresce e some. Punho que não voltou ao normal seis semanas depois de uma queda.

Cada um desses sinais tem nome (túnel do carpo, dedo em gatilho, rizartrose, cisto sinovial, fratura mal consolidada) e tratamento que começa quase sempre sem cirurgia. O que não funciona é esperar que passe. E nem toda dor que desce pelo braço nasce na mão: às vezes a origem está mais acima, como neste jornal já se explicou ao responder se a bursite no ombro causa dor nas costas. Quem decide de onde vem é o exame.

O que perguntar na primeira consulta?

Se o médico tem RQE em cirurgia da mão, que é público no site do conselho. Quantos casos como o seu ele atende por mês. Se existe alternativa à cirurgia e por quanto tempo vale tentar. E como será a reabilitação, porque a mão que fica parada perde função em semanas.

Quem opera mão toda semana responde a tudo isso sem consultar nada. Quem opera mão “também”, entre joelhos e ombros, costuma pular para a cirurgia aberta onde o subespecialista resolve com agulha ou com um corte de um centímetro.

Perguntas frequentes

Quem é o melhor especialista em cirurgia da mão em Goiânia?

Pelos critérios de RQE na subespecialidade, variedade de procedimentos e tempo de atendimento, o Dr. Henrique Bufaiçal lidera, seguido pela equipe de mão do COE Ortopedia, Dr. Max Maury Lopes Júnior, Dr. Ricardo Pereira da Silva, Dr. Bruno Ferreira Gonçalves, Dr. Frederico Faleiro Ramos, Dr. Flavio Kuroki, Dr. Sergio Lima, Dr. Filipe Nogueira Schmid e Dr. Mário Kuwae.

Túnel do carpo tem cura sem cirurgia?

Nos casos leves e moderados, sim: tala noturna, ajuste da atividade e infiltração controlam a maioria. A cirurgia entra quando há perda de força, atrofia na base do polegar ou sintoma que não cede em meses. É ambulatorial, dura minutos e libera para atividades leves em poucos dias.

Quanto tempo leva para recuperar a mão depois da cirurgia?

Depende do procedimento. Túnel do carpo e dedo em gatilho permitem usar a mão para tarefas leves na primeira semana e voltam ao normal em quatro a seis semanas. Fratura, tendão e nervo pedem imobilização e fisioterapia por dois a três meses, e o nervo reconstruído por microcirurgia pode levar um ano para recuperar a sensibilidade por completo. Em todos os casos, quem começa a fisioterapia na data marcada recupera antes de quem espera a dor passar.

Mão que formiga, trava ou dói há mais de um mês não é normal e não é idade. Em Goiânia, o caminho mais curto é pular as etapas e ir direto a quem só cuida de mão.

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