Família denuncia suspeita de estupro de menina de três anos em Cmei de Anápolis
Redação Online
Publicado em 24 de setembro de 2026 às 21:22 | Atualizado há 49 minutos
Família denuncia suspeita de violência sexual contra menina de 3 anos em CMEI de Anápolis | Foto: Reprodução
Uma família denunciou, nesta quarta-feira (23/09), à Polícia Civil um caso de suspeita de estupro contra uma menina de 3 anos em um CMEI do bairro Filostro Machado, em Anápolis. O caso foi levado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que recebeu a denúncia e iniciou a apuração.
A suspeita surgiu após a mãe notar alterações na criança ao trocar a fralda depois de um dia na unidade de ensino. Segundo os familiares, a menina mencionou um homem que chamava de “vovô da escola”. Um funcionário responsável pela segurança do CMEI passou a ser apontado pela família como suspeito.
A menina foi submetida a uma avaliação no Instituto Médico-Legal (IML). Depois do procedimento, os familiares buscaram novos encaminhamentos relacionados à apuração do caso. Segundo a família, houve demora para a realização de algumas etapas e, inicialmente, os parentes receberam a informação de que determinados procedimentos poderiam ocorrer apenas em dezembro.
A madrinha da criança, Maria Eduarda, publicou vídeos nas redes sociais para relatar a situação e questionar a condução dos atendimentos. Segundo ela, a família enfrentou dificuldades para obter os encaminhamentos necessários e decidiu tornar a denúncia pública para cobrar maior rapidez na investigação.
Os familiares afirmaram que esperam esclarecimentos sobre o que ocorreu e eventual responsabilização de quem tiver participação no caso. “Nosso objetivo é que a justiça seja feita”, declarou Maria Eduarda. Até o momento, não houve informação sobre prisão ou indiciamento do suspeito. A investigação continua, e a identidade da criança é preservada.
A Secretaria Municipal de Educação informou que instaurou uma sindicância para apurar a denúncia e que colabora com as autoridades responsáveis pelo caso. Segundo a pasta, o servidor citado tem 68 anos, trabalha há 24 anos na rede municipal e não possui histórico de conduta irregular.
Apesar disso, o funcionário foi afastado das atividades até a conclusão das apurações. A Secretaria Municipal de Educação informou que aguardará o resultado do inquérito para avaliar outras providências que possam ser adotadas.