Cotidiano

Coletivo Coca-Cola alcança 1 milhão de jovens e fortalece conexão com empresas

Redação Online

Publicado em 1 de outubro de 2026 às 18:28 | Atualizado há 42 minutos

O Instituto Coca-Cola Brasil, em parceria com a Coca-Cola BANDEIRANTES chega à marca de 1 milhão de jovens impactados pelo Coletivo Coca-Cola, plataforma de inclusão produtiva que oferece formação e amplia o acesso de jovens, prioritariamente em situação de vulnerabilidade socioeconômica, a oportunidades de trabalho e geração de renda.

Alcançar essa escala só é possível a partir de uma atuação que une diferentes setores e amplia as possibilidades de chegada das oportunidades aos territórios. Como parte fundamental dessa rede, o Sistema Coca-Cola contribui para levar a iniciativa a diferentes regiões do país e conectar os jovens com oportunidades de trabalho. Ao todo, são mais de 400 parceiros empregadores, dentre eles, a Coca-Cola BANDEIRANTES contrata jovens formados pelo Coletivo Coca-Cola, criando uma ponte entre a preparação para o mercado e a inserção profissional.

“Construir uma iniciativa capaz de chegar a 1 milhão de jovens exige consistência, capacidade de adaptação e uma rede comprometida com o mesmo propósito. Ao longo dessa trajetória, ampliamos nossa presença, aprimoramos nossas soluções e fortalecemos o ecossistema para que mais jovens pudessem acessar novas possibilidades para suas vidas profissionais”, destaca Daniela Redondo, diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil.

Segundo Pedro Henrique Ferreira, Gerente de Recursos Humanos da Coca-Cola BANDEIRANTES, a conexão com o Coletivo Coca-Cola é essencial para aproximar a empresa dos jovens talentos disponíveis na região. “O Coletivo tem um papel muito importante na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento e, principalmente gerar confiança para dar os primeiros passos na vida profissional.”, afirma.

Inclusão produtiva em um novo cenário demográficoO marco de 1 milhão de jovens ocorre em um período em que o Brasil passa por profundas mudanças em sua estrutura demográfica. Com o envelhecimento da população e a redução gradual da proporção de pessoas em idade economicamente ativa, ampliar a participação dos jovens no mercado de trabalho se torna uma questão cada vez mais relevante para empresas e para a economia.

Dados da PNAD Contínua/IBGE, mostram que no segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos foi de 11,4%, mais que o dobro da média nacional, de 5,4%. Entre adolescentes de 14 a 17 anos, o índice chegou a 21,2%. Para o Instituto Coca-Cola Brasil, os números reforçam a necessidade de aproximar formação e oportunidades concretas, especialmente em um cenário no qual empresas também precisam encontrar e desenvolver novos profissionais.

“Não se trata apenas de preparar jovens para uma vaga. Inclusão produtiva significa criar condições para que eles tenham perspectivas de desenvolvimento e autonomia financeira, ao mesmo tempo em que as empresas encontram novos talentos para suas necessidades. Quando essas duas demandas se conectam, o impacto ultrapassa a trajetória de cada pessoa e chega às famílias, aos territórios e à própria economia”, finaliza Daniela.

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