Economia

Pix por aproximação deixa de ter teto fixo de R$ 500 desde 1º de outubro

Redação DM

Publicado em 6 de outubro de 2026 às 19:49 | Atualizado há 2 horas

O Pix por aproximação deixou de ter teto fixo de R$ 500 por operação desde quinta-feira (01/10), segundo o portal LetsMoney. A partir de agora, o limite passa a ser definido por cada instituição financeira e negociado com o cliente. A mudança vem da Instrução Normativa BCB nº 746, do Banco Central, publicada em junho.

De acordo com o Diário Oficial da União, a norma altera a Instrução Normativa BCB nº 512, de 2024, que trata dos limites de valor do Pix. O texto revoga o inciso VI do parágrafo 2º do artigo 10 e os artigos 16-A e 16-C, dispositivos ligados ao limite das transações por aproximação e ao compartilhamento do serviço de iniciação de pagamento sem redirecionamento. A norma foi publicada em 17 de junho e entrou em vigor em 1º de outubro.

A instrução também mexe no Pix Automático. Passam a ser previstos a solicitação de aumento ou de redução do limite diário nessas transações e o cadastro de contas ou de usuários recebedores para definir limites diários específicos. O pedido de aumento pode ser aceito, mas fica a critério da instituição, segundo o texto oficial.

O LetsMoney lembra que limites baixos funcionavam como proteção em casos de roubo de celular. Com o fim do teto, a segurança depende mais da autenticação no aparelho e dos sistemas de detecção de fraude dos bancos.

A norma não define um novo valor máximo. Quem usa o Pix por aproximação deve consultar a própria instituição financeira para saber qual limite vale para a sua conta.

Com informações de Diário Oficial da União e LetsMoney.

Imagem: ilustração genérica gerada por IA (OpenAI), sem representar estabelecimento real

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