Coordenadora de plano de saúde nega e dificulta atendimento à crianças autistas
Redação DM
Publicado em 2 de novembro de 2023 às 18:33 | Atualizado há 3 anos
Uma Coordenadora do plano de saúde Hapvida, foi presa suspeita de negar e dificultar atendimento à crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Mais de 70 mães procuraram a polícia e relataram a dificuldade para conseguir atendimento.
A prisão foi realizada no dia, 31. A suspeita tem, 45 anos, passou por audiência de custódia na quarta-feira, 1º. A justiça, concedeu liberdade provisória a mulher, que terá que se apresentar todos os meses às autoridades.
A suspeita, pagou fiança de R$1,3 mil e foi solta. O nome da mulher não foi divulgado, e sua defesa não foi localizada para maiores esclarecimentos.
O Hapvida, através de nota, confirmou que tem 6 clínicas que realizam atendimento à crianças com Autismo. Afirmou que “está prestando toda assistência necessária à profissional e está à disposição das famílias para quaisquer esclarecimentos e dúvidas”
Veja na íntegra a nota do HAPVIDA
“O compromisso da empresa é sempre prestar o melhor atendimento a todos os clientes e não mede esforços para garantir qualidade no cuidado às crianças da rede com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A companhia informa que não houve recusa no atendimento procurado pela mãe da criança, que já é assistida por psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.
Ao todo, até o final de novembro, somente para o caso em questão, já constam, em sistema, mais de 30 sessões agendadas com uma equipe multidisciplinar.
A empresa reforça que, atualmente, são seis clínicas para atendimento de crianças com TEA em Goiânia, assim como disponibiliza unidades para este tipo de atendimento em outras regiões do Brasil.
A companhia complementa que está prestando toda assistência necessária à profissional e está à disposição das famílias para quaisquer esclarecimentos e dúvidas. Por fim, segue empenhada em oferecer a melhor assistência aos seus clientes, com revisão e fortalecimento constante de seus processos. Salientamos que os advogados presentes foram contratados para apoiar juridicamente a colaboradora em questão, mas não são representantes do posicionamento oficial da empresa.”