Política

Como a economia goiana cresceu por 30 meses seguidos

Redação DM

Publicado em 18 de outubro de 2023 às 15:51 | Atualizado há 3 anos

O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) – relatório mensal publicado pelo Banco Central – trouxe a melhor notícia da semana para Goiás: a economia do Estado cresce de forma ininterrupta há 30 meses. Motivo: as ações do Governo de Goiás em resposta à pandemia da covid-19 foram eficazes e criou musculatura econômica no Estado. Uma vez retomada a normalidade, Goiás deu um salto em vários índices.

Os números foram celebrados pela equipe econômica e assessores de Ronaldo Caiado, responsável pelos caminhos seguidos por Goiás durante a pandemia e o pós-covid 19. É preciso entender como uma escolha discricionária (a qual o governador não estava obrigado) pavimentou o cenário atual.

A partir de dados da atividade econômica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que abrange período entre fevereiro de 2021 e julho de 2023, o BC constatou que a economia goiana está em seu melhor em décadas.

Conforme o Governo de Goiás, a alta observada pelo Estado coincide com o fim das restrições impostas pela pandemia e as consequentes medidas de estímulo à recuperação da atividade econômica implementadas por Caiado.

De forma subsidiária, o Instituto Mauro Borges (IMB), entidade jurisdicionada à Secretaria Geral de Governo (SGG), indica que a extrema pobreza recuou de 2,6% para 1,7% da população goiana.

A maior prova deste sucesso está na geração de empregos: durante o triênio 2021-2023 ocorreu a geração de 247 mil vagas formais de emprego, conforme o Cadastro Geral de Emprego (Caged) do Ministério do Trabalho

Indicadores de renda entre 2021 e 2023, atestam qur a média de rendimentos alcançou R$ 2.898. O valor superou pela primeira vez na história a média brasileira, R$ 2.880.

As ações coordenadas por Caiado demonstraram que Goiás -ao contrário de outros estados – iria ter rumos e enfrentar a crise. “Nossa pauta é estarmos à frente dos problemas que vamos enfrentar, o desemprego e a queda na renda”, afirmava Caiado em 2020, bem no meio da pandemia, o que indicava os rumos que o gestor tomaria.

Conforme o vice-governador Daniel Vilela, a reação de Caiado durante a pandemia foi exemplar e reordenou Goiás para um ciclo virtuoso que impactou toda a economia.

PIB de Goiás é mais que o dobro da média nacional

Outro dado de destaque que se junta aos números do BC: o PIB goiano chegou a 6,6% em 2022. Para se ter ideia, a média do Brasil foi de 2,9%. Conforme o Governo de Goiás, para este ano a previsão é de alta de 4,9%, ante 3,2% da economia brasileira.

Caiado alega que os programas sociais foram ampliados, aliando geração de emprego, renda e qualificação profissional, o que ajudou a catalisar toda economia.

Dentre as muitas ações conduzidas pelo governo está o Programa Mais Empregos, com foco direto na geração de postos de trabalho. O projeto incorpora, ainda, a qualificação da mão-de-obra. Já o Programa Mais Crédito, de incentivo ao empreendedor, abriu novas linhas de financiamento e possibilitou a negociação extrajudicial de dívidas, incluindo a opção de juro zero e a dispensa de avalista.

O Governo de Goiás também estimulou e coordenou a criação de arranjos produtivos locais; fomentou a formação de cooperativas com o IncubaCoop; reformulou os Colégios Tecnológicos do Estado (Cotecs); mantém um programa permanente de recuperação e conservação da malha viária; e simplificou a legislação ambiental, com forte impacto positivo nas atividades agroindustriais do Estado.

Para garantir a segurança alimentar, criou programas de repasse de renda como o Mães de Goiás, que atende famílias com crianças de zero a seis anos, e já alcançou mais de 140 mil famílias; o Dignidade, para idosos entre 60 e 64 anos; o Goiás por Elas, para mulheres vítimas de violência; além do Programa Pra ter Onde Morar – Construção e Aluguel Social.

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